Voltar
Notícias
18
dez
2007
(MÓVEIS)
Vendas de móveis superam expectativas
O mercado de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos passa por um período de aquecimento que apresenta características bem peculiares, diferente de anos anteriores, por registrar tanto um aumento nas vendas quanto na concorrência, avaliam os operadores, lojistas e representantes de entidades de classe do comércio varejista.
A tendência é atestada por estimativa do IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que verificou expansão de 6% de agosto para cá, nas atividades de varejo que são objeto de acompanhamento pelas pesquisas. O dado é relativo a uma média nacional e pode até estar subestimado em relação a Alagoas, avaliam os empresários locais.
Em menos de um mês, Maceió recebeu dois novos pontos de venda a varejo de grande porte. Um deles foi a quarta filial da rede de supermercados GBarbosa. A outra, mais voltada para o segmento de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, a primeira filial da rede Ricardo Eletro, que se instalou no Iguatemi.
Mas mesmo na filial do Tabuleiro do supermercado que chegou a Alagoas há dois anos, ao adquirir o Via Box, o espaço destinado aos produtos dessa linha merecia destaque, bem como a procura dos consumidores.
Crédito fácil e risco para orçamento
A mesma facilidade de crédito que permite o acesso a eletrodomésticos e eletroeletrônicos, que há menos de cinco anos se mostravam distantes do padrão de consumo de vários segmentos da população, pode ser um risco para o próprio orçamento doméstico.
A advertência parte de Sílvio Costa, professor do Departamento de Economia da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). “Ele gasta cinco reais daqui, dez dali e vai gastando.
Pode parecer pouco, mas é uma tendência que preocupa porque é preciso saber até que ponto o consumidor vai ter capacidade para honrar com todos esses compromissos assumidos”, explica Costa, que é também coordenador do Instituto de Estudos e Pesquisas (IEP) da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Maceió.
A procura de grandes redes de móveis e eletrodomésticos pelo mercado de Maceió, segundo os empresários, provoca reflexos também num setor que não comercializa aparelhos de TV e som. A chegada de grandes lojas está inflacionando o mercado imobiliário destinado ao setor lojista. O motivo está no perfil exigido dos imóveis para montar estabelecimentos para esse segmento do comércio varejista, já que as lojas têm de ser de padrão diferente do que pode ser usado por diversos outros segmentos, de vestuário a bijuteria, de perfumaria e até de calçados.
A tendência é atestada por estimativa do IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que verificou expansão de 6% de agosto para cá, nas atividades de varejo que são objeto de acompanhamento pelas pesquisas. O dado é relativo a uma média nacional e pode até estar subestimado em relação a Alagoas, avaliam os empresários locais.
Em menos de um mês, Maceió recebeu dois novos pontos de venda a varejo de grande porte. Um deles foi a quarta filial da rede de supermercados GBarbosa. A outra, mais voltada para o segmento de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, a primeira filial da rede Ricardo Eletro, que se instalou no Iguatemi.
Mas mesmo na filial do Tabuleiro do supermercado que chegou a Alagoas há dois anos, ao adquirir o Via Box, o espaço destinado aos produtos dessa linha merecia destaque, bem como a procura dos consumidores.
Crédito fácil e risco para orçamento
A mesma facilidade de crédito que permite o acesso a eletrodomésticos e eletroeletrônicos, que há menos de cinco anos se mostravam distantes do padrão de consumo de vários segmentos da população, pode ser um risco para o próprio orçamento doméstico.
A advertência parte de Sílvio Costa, professor do Departamento de Economia da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). “Ele gasta cinco reais daqui, dez dali e vai gastando.
Pode parecer pouco, mas é uma tendência que preocupa porque é preciso saber até que ponto o consumidor vai ter capacidade para honrar com todos esses compromissos assumidos”, explica Costa, que é também coordenador do Instituto de Estudos e Pesquisas (IEP) da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Maceió.
A procura de grandes redes de móveis e eletrodomésticos pelo mercado de Maceió, segundo os empresários, provoca reflexos também num setor que não comercializa aparelhos de TV e som. A chegada de grandes lojas está inflacionando o mercado imobiliário destinado ao setor lojista. O motivo está no perfil exigido dos imóveis para montar estabelecimentos para esse segmento do comércio varejista, já que as lojas têm de ser de padrão diferente do que pode ser usado por diversos outros segmentos, de vestuário a bijuteria, de perfumaria e até de calçados.
Fonte: Gazeta Web
Notícias em destaque
Setor madeireiro brasileiro amplia alerta com crise global e defende diversificação de mercados
Exportações de madeira caem quase 30% em 2026 e especialistas apontam tarifas, geopolítica e custos logísticos como...
(GERAL)
Brasil expande manejo sustentável de florestas, diz ONU BR
A área florestal global diminuiu em mais de 40 milhões de hectares entre 2015 e 2025, de acordo com um novo relatório...
(MANEJO)
Exportações na cadeia moveleira reagem em fevereiro e março, mas fecham 1º trimestre abaixo de 2025
Em meio à reorganização dos mercados internacionais, “Conjuntura de Móveis – Abril/2026” apontou...
(MERCADO)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais
A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como...
(SETOR FLORESTAL)
Ibá anuncia banca de jurados de seu 3º Prêmio de Jornalismo
Roberto Waack, Carlos Aguiar e Vera Ondei compõem o júri da terceira edição; inscrições vão...
(EVENTOS)
A sustentabilidade da silvicultura e o envolvimento de toda a cadeia produtiva
A silvicultura brasileira alcançou um nível de desenvolvimento admirável. Evoluiu em produtividade, tecnologia,...
(SILVICULTURA)














