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Notícias
17
dez
2007
(INDÚSTRIA)
Abimaq teme efeito do fim da CPMF na política industrial
O setor de bens de capital está preocupado com os efeitos do fim da CPMF sobre a nova política industrial. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, disse que o governo Lula vinha sinalizando estar mais aberto à desoneração dos investimentos produtivos, mas o fim da CPMF pode ameaçar medidas na área fiscal para a indústria.
"O Brasil é o único país no mundo que tributa investimentos em máquinas e equipamentos", reclamou o empresário. "Esperamos e torcemos para que agora a desoneração do investimento não volte atrás, caso contrário terá um grande problema", completou.
A indústria brasileira de máquinas e equipamentos brasileira vem perdendo competitividade. Nos anos 1980, era a quinta maior fabricante do mundo no setor. Hoje, ocupa o 14º lugar no ranking. "E o que mais atrapalha é a carga tributária. Não queremos nada de mais, apenas isonomia com os concorrentes", ressaltou o presidente da Abimaq.
Aubert acredita que o setor vive hoje um momento excepcional, por conta do aumento dos investimentos produtivos. Portanto, seria a hora de se fazer políticas de desoneração, porque, mesmo que haja alguma renúncia fiscal, o aumento da demanda interna eleva a arrecadação e compensa a renúncia.
"O Brasil é o único país no mundo que tributa investimentos em máquinas e equipamentos", reclamou o empresário. "Esperamos e torcemos para que agora a desoneração do investimento não volte atrás, caso contrário terá um grande problema", completou.
A indústria brasileira de máquinas e equipamentos brasileira vem perdendo competitividade. Nos anos 1980, era a quinta maior fabricante do mundo no setor. Hoje, ocupa o 14º lugar no ranking. "E o que mais atrapalha é a carga tributária. Não queremos nada de mais, apenas isonomia com os concorrentes", ressaltou o presidente da Abimaq.
Aubert acredita que o setor vive hoje um momento excepcional, por conta do aumento dos investimentos produtivos. Portanto, seria a hora de se fazer políticas de desoneração, porque, mesmo que haja alguma renúncia fiscal, o aumento da demanda interna eleva a arrecadação e compensa a renúncia.
Fonte: Agência Estado
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