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Notícias
17
dez
2007
(PAPEL E CELULOSE)
Índice de exportação sobe no setor de celulose e papel
Apesar do desastroso efeito cambial no Brasil, as exportações totais do setor, que incluem celulose e papel, devem fechar dezembro de 2007 com US$ 4,7 bilhões FOB (valor a preço de embarque, sem incluir o pagamento de fretes, seguros, impostos e taxas). A cifra supera 16,1% do total de US$ 4 bilhões (FOB) registrados em 2006 e é um resultado do mercado aquecido durante todo o ano.
Dados computados pela Bracelpa – Associação Brasileira de Celulose e Papel revelam que mesmo com o câmbio desfavorável, os preços se sustentaram em patamares satisfatórios neste ano.
A reação vem das negociações que o setor tem empenhado com o cenário internacional que apontam vendas externas de todos os tipos de celulose com aumento de 20,8% e um total na marca dos US$ 3 bilhões este ano. Em 2006, os embarques de celulose trouxeram ao país 2,48 bilhões em receita. Estão previstas exportações de papéis de todos os tipos no total de US$ 1,65 bilhão, valor acima dos US$ 1,5 bilhão de 2006.
Hoje, o mundo consome a média de 382 milhões de toneladas de papel de todos os tipos, o que certamente impulsionará as vendas nos próximos anos. “Dentre os países produtores de celulose e papel na América Latina, o Brasil destaca-se por sua competitividade de custos, condições climáticas favoráveis e porque sabe fazer certo”, analisa o engenheiro florestal da International Paper Armando Santiago. Segundo ele, não é à toa, que o país já o 6º produtor mundial de celulose, o 1º produtor de fibra curta e o 12º produtor mundial de papel.
Com este desempenho a balança comercial do setor de C&P fechará com um saldo positivo de US$ 3,3 bilhões, receita 14,6% maior que os US$ 2,8 bilhões em divisas obtidas no ano anterior.
Para a presidente da Bracelpa, Elizabeth de Carvalhaes, o índice de crescimento de exportação ainda é tímido e cresce em patamares arriscados e diz que a taxa cambial é um entrave que exige uma urgente medida do governo, o que ela denomina como um dos desafios para o setor. “O governo federal precisa criar um regime especial que repense os créditos na exportação”, conclui.
Dados computados pela Bracelpa – Associação Brasileira de Celulose e Papel revelam que mesmo com o câmbio desfavorável, os preços se sustentaram em patamares satisfatórios neste ano.
A reação vem das negociações que o setor tem empenhado com o cenário internacional que apontam vendas externas de todos os tipos de celulose com aumento de 20,8% e um total na marca dos US$ 3 bilhões este ano. Em 2006, os embarques de celulose trouxeram ao país 2,48 bilhões em receita. Estão previstas exportações de papéis de todos os tipos no total de US$ 1,65 bilhão, valor acima dos US$ 1,5 bilhão de 2006.
Hoje, o mundo consome a média de 382 milhões de toneladas de papel de todos os tipos, o que certamente impulsionará as vendas nos próximos anos. “Dentre os países produtores de celulose e papel na América Latina, o Brasil destaca-se por sua competitividade de custos, condições climáticas favoráveis e porque sabe fazer certo”, analisa o engenheiro florestal da International Paper Armando Santiago. Segundo ele, não é à toa, que o país já o 6º produtor mundial de celulose, o 1º produtor de fibra curta e o 12º produtor mundial de papel.
Com este desempenho a balança comercial do setor de C&P fechará com um saldo positivo de US$ 3,3 bilhões, receita 14,6% maior que os US$ 2,8 bilhões em divisas obtidas no ano anterior.
Para a presidente da Bracelpa, Elizabeth de Carvalhaes, o índice de crescimento de exportação ainda é tímido e cresce em patamares arriscados e diz que a taxa cambial é um entrave que exige uma urgente medida do governo, o que ela denomina como um dos desafios para o setor. “O governo federal precisa criar um regime especial que repense os créditos na exportação”, conclui.
Fonte: Celulose Online
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