Voltar
Notícias
10
dez
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Exportações de madeira estagnadas por falta de toras no Norte de MT
Com queda de 16% no ano, a cotação do dólar é um dos principais fatores para a estagnação da exportação de madeira produzida em Sinop e região. Este ano, foram comercializados cerca de US$ 39 milhões, enquanto que, em 2006, foram pouco mais de US$ 36 milhões.
Considerando que a moeda norte-americana encerrou a primeira semana de dezembro a R$ 1,78, e, em 2006 fechou a R$ 2,13, há uma redução expressiva no montante.
A estimativa do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad) é que 40% das empresas da região exportem sua produção e estão enfrentando problemas para manterem-se no mercado. “As indústrias estão tendo que se esforçar para se manter, ainda mais com a falta de matéria-prima devido a morosidade na liberação de projetos de manejo”, detalhou, ao Só Notícias, o presidente José Eduardo Pinto.
De acordo com a balança comercial, a queda foi mais perceptível em algumas espécies e produtos, como o compensado. Entre janeiro e outubro de 2006, venda desse produto ao mercado externo movimentou US$ 10 milhões, caindo para US$ 1,4 milhão este ano. Madeiras serradas/cortadas em folha também caíram de US$ 9,2 milhões no ano passado, para US$ 6,2 milhões este ano. Enquanto isso, a soja teve ascensão, passando de US$ 1,4 milhão em 2006, para US$ 14 milhões até outubro deste ano.
Já no mercado interno, a situação é inversa e, segundo José Eduardo Pinto, está comprador e oferecendo bons negócios. Porém, muitas indústrias enfrentam novamente a falta de matéria-prima, não tendo produto para cobrir a demanda. A situação complica com o período chuvoso, quando o transporte fica comprometido.
Esses fatores também influenciaram na geração de empregos que, segundo o presidente, manteve-se estável. Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), este ano foram gerados 3.097 novos postos de trabalho, com carteiras assinadas, contra 2.891 demissões.
Considerando que a moeda norte-americana encerrou a primeira semana de dezembro a R$ 1,78, e, em 2006 fechou a R$ 2,13, há uma redução expressiva no montante.
A estimativa do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad) é que 40% das empresas da região exportem sua produção e estão enfrentando problemas para manterem-se no mercado. “As indústrias estão tendo que se esforçar para se manter, ainda mais com a falta de matéria-prima devido a morosidade na liberação de projetos de manejo”, detalhou, ao Só Notícias, o presidente José Eduardo Pinto.
De acordo com a balança comercial, a queda foi mais perceptível em algumas espécies e produtos, como o compensado. Entre janeiro e outubro de 2006, venda desse produto ao mercado externo movimentou US$ 10 milhões, caindo para US$ 1,4 milhão este ano. Madeiras serradas/cortadas em folha também caíram de US$ 9,2 milhões no ano passado, para US$ 6,2 milhões este ano. Enquanto isso, a soja teve ascensão, passando de US$ 1,4 milhão em 2006, para US$ 14 milhões até outubro deste ano.
Já no mercado interno, a situação é inversa e, segundo José Eduardo Pinto, está comprador e oferecendo bons negócios. Porém, muitas indústrias enfrentam novamente a falta de matéria-prima, não tendo produto para cobrir a demanda. A situação complica com o período chuvoso, quando o transporte fica comprometido.
Esses fatores também influenciaram na geração de empregos que, segundo o presidente, manteve-se estável. Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), este ano foram gerados 3.097 novos postos de trabalho, com carteiras assinadas, contra 2.891 demissões.
Fonte: 24 Horas News
Notícias em destaque
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)
Mobiliário modular feito com painéis de grama.
O banco Clique Luxe do Studio TK, desenhado por Mario Ruiz, apresenta painéis estruturais à base de grama da Plantd como componentes...
(GERAL)
Exportações de móveis recuam, enquanto suprimentos produtivos avançam no acumulado do ano
O comércio exterior da cadeia de móveis brasileira atravessou o segundo trimestre de 2026 em um ambiente marcado por maior...
(EXPORTAÇÃO)
A produtividade florestal também depende do executor
Durante uma conversa entre profissionais do setor florestal, surgiu uma pergunta interessante:
— Depois de tantos anos acompanhando a...
(SILVICULTURA)
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e armazena até 4.500 litros de água no próprio tronco, virando fonte de vida da comunidade
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e...
(GERAL)
Como avaliar produtividade florestal
Um povoamento com bom fechamento de copa nem sempre entrega o melhor resultado econômico. Em campo, a diferença entre uma floresta...
(GERAL)














