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Notícias
07
dez
2007
(ECONOMIA)
Brasil deve crescer 4,8% neste ano, avalia OCDE
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima um crescimento real de 4,8 por cento para a economia brasileira neste ano.
"O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) está projetado para atingir 4,8 por cento, em termos reais, em 2007... Os investimentos vão crescer mais, ajudando a elevar o crescimento potencial", afirmou a OCDE em seu relatório semestral.
Para o próximo ano, a estimativa da OCDE é de um crescimento de 4,5 por cento para a economia brasileira.
Em termos de inflação, as projeções da organização apontam para variações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) abaixo do centro da meta fixada pelo governo tanto em 2007, quanto em 2008.
As estimativas indicam uma alta de 3,9 por cento neste ano e de 4 por cento no próximo. Nos dois casos, a meta de inflação é de 4,5 por cento, com margem de flutuação de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo.
Apesar do cenário positivo, a OCDE destaca alguns riscos para a economia do país.
"O risco é que um ambiente mais apertado do crédito global possa afetar o apetite por mercados emergentes. Gargalos na oferta doméstica e a possibilidade de repasse dos aumentos de preços no atacado para a inflação (ao consumidor) podem impedir qualquer flexibilização da política (monetária) nos próximos meses", afirmou a OCDE.
Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve, pela segunda vez, a taxa básica de juro do país em 11,25 por cento, depois de dois anos consecutivos de corte da Selic. O BC está preocupado com o forte ritmo de atividade econômica do país e com as pressões inflacionárias.
A OCDE também destacou que o crescimento dos gastos públicos no Brasil precisa ser controlado.
"O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) está projetado para atingir 4,8 por cento, em termos reais, em 2007... Os investimentos vão crescer mais, ajudando a elevar o crescimento potencial", afirmou a OCDE em seu relatório semestral.
Para o próximo ano, a estimativa da OCDE é de um crescimento de 4,5 por cento para a economia brasileira.
Em termos de inflação, as projeções da organização apontam para variações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) abaixo do centro da meta fixada pelo governo tanto em 2007, quanto em 2008.
As estimativas indicam uma alta de 3,9 por cento neste ano e de 4 por cento no próximo. Nos dois casos, a meta de inflação é de 4,5 por cento, com margem de flutuação de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo.
Apesar do cenário positivo, a OCDE destaca alguns riscos para a economia do país.
"O risco é que um ambiente mais apertado do crédito global possa afetar o apetite por mercados emergentes. Gargalos na oferta doméstica e a possibilidade de repasse dos aumentos de preços no atacado para a inflação (ao consumidor) podem impedir qualquer flexibilização da política (monetária) nos próximos meses", afirmou a OCDE.
Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve, pela segunda vez, a taxa básica de juro do país em 11,25 por cento, depois de dois anos consecutivos de corte da Selic. O BC está preocupado com o forte ritmo de atividade econômica do país e com as pressões inflacionárias.
A OCDE também destacou que o crescimento dos gastos públicos no Brasil precisa ser controlado.
Fonte: Estadão
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