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Notícias
05
dez
2007
(BIOENERGIA)
Governo deve anunciar leilão de energia de biomassa
O governo pretende fazer um leilão especial de energia elétrica para o segmento de biomassa, especialmente da cana-de-açúcar, segundo o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. De acordo com ele, até há poucas semanas a possibilidade desse leilão especial "era praticamente igual a zero", mas agora ele não se surpreenderá se o leilão for anunciado ainda este mês para ser realizado no início de 2008.
O objetivo, segundo ele, é ter essa energia disponível já a partir de 2009. Ele estima que será possível contratar cerca de 1.200 megawatts (MW) médios para 2009 "e alguma coisa a mais" a partir de 2010. A intenção do governo é aproveitar melhor o excesso de bagaço que está sendo gerado devido ao aumento da produção de açúcar e álcool.
Para o diretor do ONS, o maior problema para a contratação dessa energia era o preço, já que os usineiros encaminharam proposta ao governo prevendo uma tarifa de R$ 220,00 por MWh. "Tanto o governo quanto as usinas estão trabalhando para reduzir esses preços, que estão muito acima do que o governo previa", comentou.
O ONS, por exemplo, está avaliando formas alternativas para a interligação dessas usinas às linhas de transmissão da rede básica (redes de alta tensão). O problema básico é que as usinas geradoras são de pequeno porte, o que não justifica a construção de subestações especiais, o que encareceria os custos. Outro ponto que o governo está analisando, segundo Chipp, é a possibilidade de reduzir os impostos incidentes sobre a energia gerada a partir da biomassa.
Chipp disse que o ONS está trabalhando para aumentar a oferta de energia elétrica em curto prazo através da utilização do gás natural liquefeito (GNL). Segundo Chipp, a Petrobras assumiu o compromisso com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de disponibilizar o GNL na Região Nordeste já no primeiro semestre de 2008. Para a Região Sudeste, a previsão é de que o GNL esteja disponível no final do primeiro semestre de 2009, segundo o executivo. A Petrobras prevê ofertar 6 milhões de metros cúbicos de gás no Nordeste e outros 14 milhões de metros cúbicos no Sudeste e o ONS prevê utilizar o combustível para a geração de energia elétrica.
O objetivo, segundo ele, é ter essa energia disponível já a partir de 2009. Ele estima que será possível contratar cerca de 1.200 megawatts (MW) médios para 2009 "e alguma coisa a mais" a partir de 2010. A intenção do governo é aproveitar melhor o excesso de bagaço que está sendo gerado devido ao aumento da produção de açúcar e álcool.
Para o diretor do ONS, o maior problema para a contratação dessa energia era o preço, já que os usineiros encaminharam proposta ao governo prevendo uma tarifa de R$ 220,00 por MWh. "Tanto o governo quanto as usinas estão trabalhando para reduzir esses preços, que estão muito acima do que o governo previa", comentou.
O ONS, por exemplo, está avaliando formas alternativas para a interligação dessas usinas às linhas de transmissão da rede básica (redes de alta tensão). O problema básico é que as usinas geradoras são de pequeno porte, o que não justifica a construção de subestações especiais, o que encareceria os custos. Outro ponto que o governo está analisando, segundo Chipp, é a possibilidade de reduzir os impostos incidentes sobre a energia gerada a partir da biomassa.
Chipp disse que o ONS está trabalhando para aumentar a oferta de energia elétrica em curto prazo através da utilização do gás natural liquefeito (GNL). Segundo Chipp, a Petrobras assumiu o compromisso com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de disponibilizar o GNL na Região Nordeste já no primeiro semestre de 2008. Para a Região Sudeste, a previsão é de que o GNL esteja disponível no final do primeiro semestre de 2009, segundo o executivo. A Petrobras prevê ofertar 6 milhões de metros cúbicos de gás no Nordeste e outros 14 milhões de metros cúbicos no Sudeste e o ONS prevê utilizar o combustível para a geração de energia elétrica.
Fonte: Estadão Online
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