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Notícias
05
dez
2007
(DESMATAMENTO)
Pesquisa revela aumento da área devastada no Pará
O controle do Sistema de Alerta de Desmatamento do Instituto Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mostra que o desmatamento no estado do Pará cresceu nos meses de agosto, setembro e outubro, comparado com o mesmo período do ano passado.
No acumulado destes três meses, o estado teve 765 quilômetros quadrados de áreas desmatadas. O município campeão de desmatamento foi o de Cumaru do Norte, com 31 quilômetros quadrados de áreas desmatadas.
A pesquisa verificou o aumento de desmatamento dentro áreas protegidas por lei, como reservas florestais e áreas indígenas. Só no mês de setembro, 21% de toda área desmatada no estado do Pará ocorreu dentro das reservas. As áreas indígenas que mais sofreram com o desmatamento no estado foram às terras dos Apyterewa e Mankaragnoti.
Para o coordenador do estudo, Adalberto Veríssimo, a situação é preocupante. "Nestas áreas não deveriam ter desmatamento nenhum. A função dessas áreas é de conservação, portanto elas deveriam estar imunes", afirmou.
O Imazon mudou a forma de se analisar o desmatamento. Atualmente as pesquisas são feitas mensalmente.
O instituto pretende no ano que vem estudar o desmatamento em toda Amazônia Legal e avisar de maneira mais rápida as autoridades dos novos focos de desmatamento.
No acumulado destes três meses, o estado teve 765 quilômetros quadrados de áreas desmatadas. O município campeão de desmatamento foi o de Cumaru do Norte, com 31 quilômetros quadrados de áreas desmatadas.
A pesquisa verificou o aumento de desmatamento dentro áreas protegidas por lei, como reservas florestais e áreas indígenas. Só no mês de setembro, 21% de toda área desmatada no estado do Pará ocorreu dentro das reservas. As áreas indígenas que mais sofreram com o desmatamento no estado foram às terras dos Apyterewa e Mankaragnoti.
Para o coordenador do estudo, Adalberto Veríssimo, a situação é preocupante. "Nestas áreas não deveriam ter desmatamento nenhum. A função dessas áreas é de conservação, portanto elas deveriam estar imunes", afirmou.
O Imazon mudou a forma de se analisar o desmatamento. Atualmente as pesquisas são feitas mensalmente.
O instituto pretende no ano que vem estudar o desmatamento em toda Amazônia Legal e avisar de maneira mais rápida as autoridades dos novos focos de desmatamento.
Fonte: Agência Brasil
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