Voltar
Notícias
03
dez
2007
(ECONOMIA)
Crédito cresce e vai atingir 38% do PIB no próximo ano
As taxas de expansão do crédito estão correndo em grande velocidade - a média dos últimos quatro anos foi de 20,5% - , não dão sinais de arrefecimento e caminham para atingir em 2008 a marca de 38% do PIB, recorde dos últimos 12 anos. Os bancos trabalham com a perspectiva de superar R$ 1 trilhão em empréstimos, depois de registrarem em outubro um volume de R$ 880,8 bilhões. "Se as condições positivas se mantiverem, devemos fechar o próximo ano no patamar de 38% do PIB", diz o diretor do Bradesco, Josué Augusto Pancini.
Não há grandes obstáculos à aceleração dos empréstimos em curto prazo. Um dos maiores riscos, o da inadimplência, não está no horizonte. Entre janeiro e outubro, a taxa de pagamentos em atraso de pessoas físicas cresceu irrisórios 0,3%, segundo dados da Serasa, enquanto que a concessão de empréstimos subiu 28% neste segmento.
Com a demanda em alta, os bancos planejam atingir setores em que a concessão de crédito possa se expandir mais rapidamente e, ao mesmo tempo, aproveitar o pico da oferta de empréstimos, em dezembro, quando entrarão no mercado R$ 64 bilhões destinados ao pagamento do 13º salário. "Temos limites pré-aprovados para 11,5 milhões de clientes", conta Pancini, do Bradesco.
Para aproveitar um período em que a concessão de crédito chega a aumentar 30%, as parcerias com o varejo são tão fundamentais quanto a extensão dos prazos de pagamentos para os consumidores. O Banco do Brasil, por exemplo, lançou linha de financiamento de bens adquiridos em lojas virtuais conveniadas ao comércio eletrônico do banco com parcelamento de até 48 meses e carência de até 59 dias. Outra das formas de atrair negócios é cativar os clientes que já têm crédito e estão com dificuldades de pagá-lo. A renegociação de dívidas é uma bandeira do HSBC, um dos bancos que oferecem diminuição de encargos e reparcelamento. "É uma forma de recuperar os créditos perdidos, reativar e fidelizar os clientes", explica o diretor da Losango, Leonardo Santanda.
Entre as apostas para o próximo ano estão as ofertas para pequenas e médias empresas, financiamento de veículos e intensificação de parcerias com varejistas. Os bancos já iniciaram campanhas para antecipar os recursos necessários aos gastos de início do ano, como impostos e despesas escolares.
Não há grandes obstáculos à aceleração dos empréstimos em curto prazo. Um dos maiores riscos, o da inadimplência, não está no horizonte. Entre janeiro e outubro, a taxa de pagamentos em atraso de pessoas físicas cresceu irrisórios 0,3%, segundo dados da Serasa, enquanto que a concessão de empréstimos subiu 28% neste segmento.
Com a demanda em alta, os bancos planejam atingir setores em que a concessão de crédito possa se expandir mais rapidamente e, ao mesmo tempo, aproveitar o pico da oferta de empréstimos, em dezembro, quando entrarão no mercado R$ 64 bilhões destinados ao pagamento do 13º salário. "Temos limites pré-aprovados para 11,5 milhões de clientes", conta Pancini, do Bradesco.
Para aproveitar um período em que a concessão de crédito chega a aumentar 30%, as parcerias com o varejo são tão fundamentais quanto a extensão dos prazos de pagamentos para os consumidores. O Banco do Brasil, por exemplo, lançou linha de financiamento de bens adquiridos em lojas virtuais conveniadas ao comércio eletrônico do banco com parcelamento de até 48 meses e carência de até 59 dias. Outra das formas de atrair negócios é cativar os clientes que já têm crédito e estão com dificuldades de pagá-lo. A renegociação de dívidas é uma bandeira do HSBC, um dos bancos que oferecem diminuição de encargos e reparcelamento. "É uma forma de recuperar os créditos perdidos, reativar e fidelizar os clientes", explica o diretor da Losango, Leonardo Santanda.
Entre as apostas para o próximo ano estão as ofertas para pequenas e médias empresas, financiamento de veículos e intensificação de parcerias com varejistas. Os bancos já iniciaram campanhas para antecipar os recursos necessários aos gastos de início do ano, como impostos e despesas escolares.
Fonte: Valor Online
Notícias em destaque
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)
Em cenário desafiador, setor brasileiro de árvores cultivadas exporta US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Boletim Mosaico, produzido pela Ibá, traz os resultados da indústria no período; China segue como principal destino dos...
(MERCADO)
Equipamentos para plantio florestal na operação
A janela de plantio tem impacto direto sobre o custo de formação da floresta. Quando a equipe entra em campo com solo mal preparado,...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)














