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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Equinócio chega ao fim com excelentes resultados.
Mais de 20 mil pessoas visitaram o Equinócio 2003. Com o aumento do número de expositores e de participantes estrangeiros, o evento mostrou para o Brasil e para outros países que temos potencial e que na Amazônia podemos produzir bem. Considerando que o desenvolvimento da Amazônia passa também pelo aproveitamento da madeira, o Amapá apresentou em seus produtos, feitos a partir de uma grande diversidade de madeira e com total aproveitamento, a marca da Amazônia. “Nós estamos colocando a imagem de um país lá fora, mostrando um jeito de trabalhar de forma organizada, associativa, onde existe uma necessidade de desenvolver uma região do país valorizando suas riquezas”, declara José Carlos Molinos, coordenador do Equinócio, com total satisfação com os resultados.
Amapá, Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Maranhão foram os estados expositores da feira da sétima versão do Equinócio – Rodada Internacional de Negócios. Móveis e artesanato vieram dos oito estados e foram vendidos para empresas de outros estados do país e representantes de 12 países da Europa, América do Norte e América Central.
Mais de 250 micro e pequenas empresas e algumas cooperativas dos municípios de Macapá, Santana e Laranjal do Jari compõem a indústria moveleira do Amapá, a mais importante do Estado. Em sua maioria, as empresas trabalham com madeira sólida, produzindo móveis sob encomenda para o mercado local, com pouca tecnologia e muitas vezes utilizando o processo artesanal. Mas estão em pleno processo de reestruturação, procurando vencer os limites do desenvolvimento através da melhoria do sistema produtivo e da administração empresarial.
Um bom exemplo de negócio realizado durante o Equinócio é o da Movelaria Gaby, de Macapá, que vendeu dois containeres de madeira rústica semi-acabada para o Uruguai somente no primeiro dia da Rodada Internacional de Negócios.
A movelaria, que vende portas, esquadrias e móveis, participou pela segunda vez do evento. Seus móveis, peças inteiras, sem emendas, são vendidos também em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. No ano passado, a movelaria vendeu cadeiras para a França, que nesta edição do Equinócio se interessou pelos seus móveis.
Atividades especiais, como oficinas, seminário, workshop e clínicas tecnológicas aconteceram simultaneamente, contemplando os setores da madeira, móveis e artesanato, com o objetivo de promover a competitividade mediante o acesso à tecnologia, bem como levantar questões sobre as perspectivas e desafios destes setores.
A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário – Abimóvel apresentou o Programa de Qualidade e Produtividade do Setor Moveleiro do Brasil. É a primeira vez que a Abimóvel, que tem sede no rio Grande do sul e trabalha basicamente com moveleiros daquela região, volta sua atenção para o potencial moveleiro do norte do país. A idéia fundamental do Programa é avaliar o padrão técnico dos produtos, com a finalidade de lhes imprimir um selo de qualidade.
O projeto Cara Brasileira, do Sebrae Nacional, também foi apresentado, durante o seminário “Estratégias de Crescimento para o Setor Madeira/Móveis e Artesanato”.
O projeto estimula o micro e o pequeno empresário a melhorar sua condição através do aproveitamento de suas próprias características, e procura dar uma identidade aos produtos e serviços utilizando o rico patrimônio cultural brasileiro nas ações.
Pessoas que vieram de outros estados e de outros países tiveram a oportunidade de ver um pouco da nossa cultura, demonstrada através dos shows musicais que aconteceram durante toda a programação do Equinócio.
A exposição de design foi uma das que mais encantaram, pela novidade, pelas possibilidades que a técnica proporciona e pelo que se pode criar em função da criatividade dos artesãos. A beleza da matéria-prima regional, aliada à forma das mais de vinte pequenas peças produzidas a partir do reaproveitamento da madeira, em oficinas aplicadas pelo Sebrae do Amapá, foi responsável pelo interesse de visitantes locais, regionais e estrangeiros, que além de admirar os produtos bem elaborados e de ótimo acabamento, encomendaram peças para levar.
Os números em negócios do Equinócio 2003 ainda não foram fechados, mas acredita-se que tenham correspondido às expectativas iniciais, que eram de R$ 30 milhões.
“O povo do Amapá participou maciçamente do evento, foram fechados excelentes negócios nacionais e internacionais, e nós que trabalhamos na Unidade de Comercialização do Sebrae do Amapá temos o sentimento do objetivo alcançado”, finaliza Molinos.
Luli Rojanski
Fonte: Assessoria de Comunicação do Equinócio 2003
17/nov/03
Amapá, Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Maranhão foram os estados expositores da feira da sétima versão do Equinócio – Rodada Internacional de Negócios. Móveis e artesanato vieram dos oito estados e foram vendidos para empresas de outros estados do país e representantes de 12 países da Europa, América do Norte e América Central.
Mais de 250 micro e pequenas empresas e algumas cooperativas dos municípios de Macapá, Santana e Laranjal do Jari compõem a indústria moveleira do Amapá, a mais importante do Estado. Em sua maioria, as empresas trabalham com madeira sólida, produzindo móveis sob encomenda para o mercado local, com pouca tecnologia e muitas vezes utilizando o processo artesanal. Mas estão em pleno processo de reestruturação, procurando vencer os limites do desenvolvimento através da melhoria do sistema produtivo e da administração empresarial.
Um bom exemplo de negócio realizado durante o Equinócio é o da Movelaria Gaby, de Macapá, que vendeu dois containeres de madeira rústica semi-acabada para o Uruguai somente no primeiro dia da Rodada Internacional de Negócios.
A movelaria, que vende portas, esquadrias e móveis, participou pela segunda vez do evento. Seus móveis, peças inteiras, sem emendas, são vendidos também em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. No ano passado, a movelaria vendeu cadeiras para a França, que nesta edição do Equinócio se interessou pelos seus móveis.
Atividades especiais, como oficinas, seminário, workshop e clínicas tecnológicas aconteceram simultaneamente, contemplando os setores da madeira, móveis e artesanato, com o objetivo de promover a competitividade mediante o acesso à tecnologia, bem como levantar questões sobre as perspectivas e desafios destes setores.
A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário – Abimóvel apresentou o Programa de Qualidade e Produtividade do Setor Moveleiro do Brasil. É a primeira vez que a Abimóvel, que tem sede no rio Grande do sul e trabalha basicamente com moveleiros daquela região, volta sua atenção para o potencial moveleiro do norte do país. A idéia fundamental do Programa é avaliar o padrão técnico dos produtos, com a finalidade de lhes imprimir um selo de qualidade.
O projeto Cara Brasileira, do Sebrae Nacional, também foi apresentado, durante o seminário “Estratégias de Crescimento para o Setor Madeira/Móveis e Artesanato”.
O projeto estimula o micro e o pequeno empresário a melhorar sua condição através do aproveitamento de suas próprias características, e procura dar uma identidade aos produtos e serviços utilizando o rico patrimônio cultural brasileiro nas ações.
Pessoas que vieram de outros estados e de outros países tiveram a oportunidade de ver um pouco da nossa cultura, demonstrada através dos shows musicais que aconteceram durante toda a programação do Equinócio.
A exposição de design foi uma das que mais encantaram, pela novidade, pelas possibilidades que a técnica proporciona e pelo que se pode criar em função da criatividade dos artesãos. A beleza da matéria-prima regional, aliada à forma das mais de vinte pequenas peças produzidas a partir do reaproveitamento da madeira, em oficinas aplicadas pelo Sebrae do Amapá, foi responsável pelo interesse de visitantes locais, regionais e estrangeiros, que além de admirar os produtos bem elaborados e de ótimo acabamento, encomendaram peças para levar.
Os números em negócios do Equinócio 2003 ainda não foram fechados, mas acredita-se que tenham correspondido às expectativas iniciais, que eram de R$ 30 milhões.
“O povo do Amapá participou maciçamente do evento, foram fechados excelentes negócios nacionais e internacionais, e nós que trabalhamos na Unidade de Comercialização do Sebrae do Amapá temos o sentimento do objetivo alcançado”, finaliza Molinos.
Luli Rojanski
Fonte: Assessoria de Comunicação do Equinócio 2003
17/nov/03
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