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Notícias
02
dez
2007
(INDÚSTRIA)
Confiança na indústria diminui mas não assusta, mostra FGV
O índice de confiança da indústria brasileira caiu de outubro para novembro, mas o movimento reflete mais fatores típicos desta época do ano do que uma piora no humor do segmento, mostrou pesquisa divulgada nesta sexta-feira.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice de confiança caiu 1,7 por cento de outubro para novembro, para 121,3 pontos.
"A evolução foi determinada, em grande medida, por fatores de natureza sazonal. Nesta época do ano, o horizonte de tempo de todas as perguntas integrantes do índice de Expectativas passa a incluir janeiro, mês em que a indústria tradicionalmente diminui o ritmo de atividade", afirmou a FGV em comunicado.
Nos últimos dois anos, a redução média do índice de confiança em novembro foi de 3,2 por cento, acrescentou a Fundação.
A avaliação dos industriais sobre a atual situação econômica continua positiva. Entre novembro do ano passado e agora, a parcela de empresas que avaliam a situação atual dos negócios como boa aumento de 26 por cento para 41 por cento.
A sondagem industrial foi feita entre os dias 1o e 26 de novembro, quando foram consultadas 1.068 empresas.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice de confiança caiu 1,7 por cento de outubro para novembro, para 121,3 pontos.
"A evolução foi determinada, em grande medida, por fatores de natureza sazonal. Nesta época do ano, o horizonte de tempo de todas as perguntas integrantes do índice de Expectativas passa a incluir janeiro, mês em que a indústria tradicionalmente diminui o ritmo de atividade", afirmou a FGV em comunicado.
Nos últimos dois anos, a redução média do índice de confiança em novembro foi de 3,2 por cento, acrescentou a Fundação.
A avaliação dos industriais sobre a atual situação econômica continua positiva. Entre novembro do ano passado e agora, a parcela de empresas que avaliam a situação atual dos negócios como boa aumento de 26 por cento para 41 por cento.
A sondagem industrial foi feita entre os dias 1o e 26 de novembro, quando foram consultadas 1.068 empresas.
Fonte: Estadão
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