Voltar
Notícias
01
dez
2007
(ECONOMIA)
IGP-M desacelera e sobe 0,69% em novembro
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) desacelerou como esperado em novembro, graças à menor pressão vinda dos alimentos, tanto no atacado, quanto no varejo.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice subiu 0,69 por cento no mês, depois de ter avançado 1,05 por cento em outubro.
Analistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 0,65 por cento. Os prognósticos de 25 instituições financeiras variaram de 0,50 a 0,70 por cento de alta.
O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,97 por cento em novembro, ante avanço de 1,42 por cento em outubro. Os produtos agrícolas tiveram alta de 2,63 por cento, ante avanço de 4,57 por cento em outubro.
No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de apenas 0,04 por cento, frente ao ganho de 0,28 por cento no mês anterior.
"A principal contribuição no sentido descendente partiu do grupo Alimentação, em razão dos decréscimos registrados nas taxas de variação dos alimentos in natura", afirmou a FGV em comunicado divulgado nesta quinta-feira.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,48 por cento, depois da alta de 0,49 por cento no mês passado.
No ano, o IGP-M já subiu 5,89 por cento. Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,23 por cento.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice subiu 0,69 por cento no mês, depois de ter avançado 1,05 por cento em outubro.
Analistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 0,65 por cento. Os prognósticos de 25 instituições financeiras variaram de 0,50 a 0,70 por cento de alta.
O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,97 por cento em novembro, ante avanço de 1,42 por cento em outubro. Os produtos agrícolas tiveram alta de 2,63 por cento, ante avanço de 4,57 por cento em outubro.
No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de apenas 0,04 por cento, frente ao ganho de 0,28 por cento no mês anterior.
"A principal contribuição no sentido descendente partiu do grupo Alimentação, em razão dos decréscimos registrados nas taxas de variação dos alimentos in natura", afirmou a FGV em comunicado divulgado nesta quinta-feira.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,48 por cento, depois da alta de 0,49 por cento no mês passado.
No ano, o IGP-M já subiu 5,89 por cento. Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,23 por cento.
Fonte: Estadão
Notícias em destaque
Tendências na construção em madeira em 2026
A construção em madeira deixou de ser um nicho associado apenas a casas de campo ou estruturas temporárias. As...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Torre de madeira com 85,4 metros mostrou que edifícios altos não precisam depender apenas de concreto e aço, ao usar 22 colunas principais, quatro grandes treliças de glulam nas fachadas e peças que chegam a quase 1,5 metro de seção para sustentar
Torre de madeira Mjøstårnet usa glulam, CLT e concreto para sustentar 18 pavimentos e controlar cargas e vento em 85,4 metros na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
A Sauder Woodworking reduz o tempo de troca de ferramentas e aumenta a produtividade com uma solução de IA.
A Sauder Woodworking, uma das maiores fornecedoras da IKEA na América do Norte e a última fabricante de móveis...
(GERAL)
Fundação Florestal amplia uso de tecnologia para combater e prevenir incêndios florestais em São Paulo
Uso integrado de drones termais, satélites de alta precisão, varredura a laser e inteligência artificial permite detectar...
(QUEIMADAS)
Homem constrói moto aquática de madeira no interior do Pará e surpreende com inovação
Pescador conta que sempre quis ter uma embarcação do mesmo modelo, mas não tinha condições de...
(GERAL)
Por que madeira certificada cresce no mercado
A certificação deixou de ser apenas um diferencial de reputação em contratos específicos. Em cadeias que...
(CERTIFICAÇÃO)














