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Notícias
24
nov
2007
(MEIO AMBIENTE)
Meio ambiente recebe atenção especial nos novos investimentos
O grupo paulista Cosan, líder do setor no Brasil, escolheu o sudoeste de Goiás para sua expansão. Serão instaladas três usinas, em Jataí, Montividiu e Paraúna, para moer 10,5 milhões de toneladas de cana até 2012 - um investimento inicial de R$ 1,2 bilhão. Valor equivalente será investido em mais três anos para elevar a capacidade de moagem para 30 milhões de toneladas.
A produção do pólo centro-oeste da Cosan deverá atingir 2,7 bilhões de litros de álcool. Somente na primeira fase, a cana deve ocupar 110 mil hectares, 50% em cultivos próprios. As usinas começam a moer em 2009. A Cosan está ampliando a capacidade das usinas que já possui em São Paulo e prepara a construção de novas unidades. Atualmente, a empresa já cultiva meio milhão de hectares com cana.
A Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco), empresa com capital brasileiro e norte-americano, instala seu segundo pólo usineiro e de energia elétrica no Centro-Sul. Serão construídas duas usinas em Paranaíba (MS) e uma em Itajá (GO), com investimento de R$ 1,2 bilhão, geração de 6 mil empregos e capacidade para 10 milhões de toneladas, com produção de 900 milhões de litros de álcool/safra.
As usinas começam a moer em 2010 e complementam os cinco projetos já anunciados pela empresa em seu primeiro pólo, com unidades em Costa Rica (MS), Alto Taquari (MT), Perolândia e Mineiros (GO). A Brenco espera se tornar, até 2015, um dos maiores produtores de etanol do País, com a produção de 3,8 bilhões de litros em dez usinas.
Em Araçatuba, no oeste paulista, a União dos Produtores de Bioenergia (UDOP) será a gestora do Centro de Tecnologia e Excelência em Bioenergia (CTBio) para atender à demanda de mão-de-obra qualificada do setor sucroalcooleiro. O projeto está sendo desenvolvido com apoio das empresas.
A entidade prevê que o Brasil vai gerar mais de 1 milhão de vagas no setor nos próximos cinco anos, em razão da demanda de uma centena de novas usinas, a maior parte no Centro-Sul. Para o secretário de Agricultura de SP, o País passará a exportar não só a tecnologia e processos de gestão em etanol, mas também a própria mão-de-obra qualificada.
Meio Ambiente - Cientes de que o mercado internacional é bastante sensível às questões sociais e ambientais, os empreendedores dão atenção especial a esses setores. O grupo Cerona vai operar com 100% de mecanização na colheita para evitar a queima da palha da cana.
Também se comprometeu a colaborar com os parceiros para recompor as reservas nas propriedades em que as áreas sejam menores do que os 20% exigidos por lei.
Os projetos das usinas foram precedidos de estudos e relatórios de impacto ambiental. "Não haverá desmatamento. Vamos desenvolver um trabalho para recuperar matas ciliares e áreas de preservação", diz Rossi. A empresa desenvolveu um sistema para transformar em adubo líquido a vinhaça, resíduo rico em potássio, gerado pelo processamento da cana.
No Pontal, o grupo Odebrecht vai recuperar matas ciliares e apoiar projetos de preservação de fragmentos florestais. Por meio da Fundação Odebrecht será desenvolvida projetos sociais na região.
Em São Paulo, 96 usinas já assinaram o Protocolo de Cooperação Agroambiental, que prevê o fim da queima da cana-de-açúcar até 2014 nas áreas mecanizáveis e até 2017 nas não mecanizáveis. Pela lei estadual, as queimadas poderiam ocorrer até 2021 e 2031, respectivamente. Mas, para os novos projetos, a mecanização deve ser total.
A produção do pólo centro-oeste da Cosan deverá atingir 2,7 bilhões de litros de álcool. Somente na primeira fase, a cana deve ocupar 110 mil hectares, 50% em cultivos próprios. As usinas começam a moer em 2009. A Cosan está ampliando a capacidade das usinas que já possui em São Paulo e prepara a construção de novas unidades. Atualmente, a empresa já cultiva meio milhão de hectares com cana.
A Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco), empresa com capital brasileiro e norte-americano, instala seu segundo pólo usineiro e de energia elétrica no Centro-Sul. Serão construídas duas usinas em Paranaíba (MS) e uma em Itajá (GO), com investimento de R$ 1,2 bilhão, geração de 6 mil empregos e capacidade para 10 milhões de toneladas, com produção de 900 milhões de litros de álcool/safra.
As usinas começam a moer em 2010 e complementam os cinco projetos já anunciados pela empresa em seu primeiro pólo, com unidades em Costa Rica (MS), Alto Taquari (MT), Perolândia e Mineiros (GO). A Brenco espera se tornar, até 2015, um dos maiores produtores de etanol do País, com a produção de 3,8 bilhões de litros em dez usinas.
Em Araçatuba, no oeste paulista, a União dos Produtores de Bioenergia (UDOP) será a gestora do Centro de Tecnologia e Excelência em Bioenergia (CTBio) para atender à demanda de mão-de-obra qualificada do setor sucroalcooleiro. O projeto está sendo desenvolvido com apoio das empresas.
A entidade prevê que o Brasil vai gerar mais de 1 milhão de vagas no setor nos próximos cinco anos, em razão da demanda de uma centena de novas usinas, a maior parte no Centro-Sul. Para o secretário de Agricultura de SP, o País passará a exportar não só a tecnologia e processos de gestão em etanol, mas também a própria mão-de-obra qualificada.
Meio Ambiente - Cientes de que o mercado internacional é bastante sensível às questões sociais e ambientais, os empreendedores dão atenção especial a esses setores. O grupo Cerona vai operar com 100% de mecanização na colheita para evitar a queima da palha da cana.
Também se comprometeu a colaborar com os parceiros para recompor as reservas nas propriedades em que as áreas sejam menores do que os 20% exigidos por lei.
Os projetos das usinas foram precedidos de estudos e relatórios de impacto ambiental. "Não haverá desmatamento. Vamos desenvolver um trabalho para recuperar matas ciliares e áreas de preservação", diz Rossi. A empresa desenvolveu um sistema para transformar em adubo líquido a vinhaça, resíduo rico em potássio, gerado pelo processamento da cana.
No Pontal, o grupo Odebrecht vai recuperar matas ciliares e apoiar projetos de preservação de fragmentos florestais. Por meio da Fundação Odebrecht será desenvolvida projetos sociais na região.
Em São Paulo, 96 usinas já assinaram o Protocolo de Cooperação Agroambiental, que prevê o fim da queima da cana-de-açúcar até 2014 nas áreas mecanizáveis e até 2017 nas não mecanizáveis. Pela lei estadual, as queimadas poderiam ocorrer até 2021 e 2031, respectivamente. Mas, para os novos projetos, a mecanização deve ser total.
Fonte: Estadão Online
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