Voltar
Notícias
23
nov
2007
(CARBONO)
VCS dá mais confiabilidade ao Mercado voluntário de carbono
Empresas que temiam investir em projetos de mitigação de gases do efeito estufa no mercado voluntário de carbono terão mais uma garantia de qualidade com a criação do Voluntary Carbon Standard (VCS).
Lançado oficialmente na Bolsa de Valores de Londres, o VCS é um padrão de referência para projetos voluntários de redução ou remoção de emissões de gases do efeito estufa nos moldes do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto. Assim, os créditos gerados terão consistência e serão confiáveis, uma vez que os projetos por detrás deles terão padrões mínimos de qualidade.
“O Voluntary Carbon Standard significa que empresários e consumidores poderão agora confiar nas neutralizações que estão comprando. A garantia de qualidade irá gerar uma confiança global no mercado voluntário para compradores corporativos, consumidores e legisladores”, afirma o diretor de políticas da organização The Climate Group e co-presidente do comitê VCS Steering, Mark Kenber.
O novo VCS foi desenvolvido com base em consultas realizadas nos últimos dois anos com ONGs e especialistas de mercado, liderado pelo The Climate Group, Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA) e pelo Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD).
“Enquanto a principal ação deve ser uma abordagem regulatória, as ações voluntárias e neutralizações têm um papel importante a cumprir e o VCS fornecerá a credibilidade necessária”, afirma o presidente do IETA, Andrei Marcu.
A expectativa é que o VCS leve a um boom de investimentos em projetos de neutralização que resultarão em reduções reais de emissões de GEE. Analistas de mercado estimam que as transações anuais do mercado voluntário de carbono podem alcançar os quatro bilhões de dólares nos próximos cinco anos e que o VCS – já popular entre os compradores – será um instrumento fundamental para o crescimento.
“Pela primeira vez teremos um padrão fora o MDL que fornece um incentivo para investimentos adicionais em projetos com credibilidade por toda a Ásia”, comenta o diretor da EcoSecurities na Indonésia, Agus Sari.
Lançado oficialmente na Bolsa de Valores de Londres, o VCS é um padrão de referência para projetos voluntários de redução ou remoção de emissões de gases do efeito estufa nos moldes do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto. Assim, os créditos gerados terão consistência e serão confiáveis, uma vez que os projetos por detrás deles terão padrões mínimos de qualidade.
“O Voluntary Carbon Standard significa que empresários e consumidores poderão agora confiar nas neutralizações que estão comprando. A garantia de qualidade irá gerar uma confiança global no mercado voluntário para compradores corporativos, consumidores e legisladores”, afirma o diretor de políticas da organização The Climate Group e co-presidente do comitê VCS Steering, Mark Kenber.
O novo VCS foi desenvolvido com base em consultas realizadas nos últimos dois anos com ONGs e especialistas de mercado, liderado pelo The Climate Group, Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA) e pelo Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD).
“Enquanto a principal ação deve ser uma abordagem regulatória, as ações voluntárias e neutralizações têm um papel importante a cumprir e o VCS fornecerá a credibilidade necessária”, afirma o presidente do IETA, Andrei Marcu.
A expectativa é que o VCS leve a um boom de investimentos em projetos de neutralização que resultarão em reduções reais de emissões de GEE. Analistas de mercado estimam que as transações anuais do mercado voluntário de carbono podem alcançar os quatro bilhões de dólares nos próximos cinco anos e que o VCS – já popular entre os compradores – será um instrumento fundamental para o crescimento.
“Pela primeira vez teremos um padrão fora o MDL que fornece um incentivo para investimentos adicionais em projetos com credibilidade por toda a Ásia”, comenta o diretor da EcoSecurities na Indonésia, Agus Sari.
Fonte: Carbono Brasil
Notícias em destaque
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)
Em cenário desafiador, setor brasileiro de árvores cultivadas exporta US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Boletim Mosaico, produzido pela Ibá, traz os resultados da indústria no período; China segue como principal destino dos...
(MERCADO)
Equipamentos para plantio florestal na operação
A janela de plantio tem impacto direto sobre o custo de formação da floresta. Quando a equipe entra em campo com solo mal preparado,...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)














