Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Argentinos já ganham mais que brasileiros.
Apesar de ter decretado moratória da dívida externa e liderar o ranking da desconfiança no mercado internacional, a Argentina deverá fechar 2004 com renda per capita maior que a do Brasil, segundo estudo divulgado ontem pela consultoria Ecolatina. A pesquisa mostra que o Produto Interno Bruto (PIB) argentino deve ficar em US$ 3.700 no próximo ano, acima dos US$ 2.900 projetados para o Brasil.
A consultoria, fundada pelo atual ministro da Fazenda da Argentina, Roberto Lavagna, prevê que o PIB per capita argentino subirá para US$ 5.500 em 2010. Para a consultoria, o crescimento da economia argentina explica o aumento da renda per capita. A previsão é de que o PIB argentino cresça em 2003 cerca de 7%.
Já os empresários do setor têxtil e moveleiro estão ameaçando começar uma onda de demissões de operários caso o governo do presidente Kirchner não tome medidas para impedir o que denominam de invasão de produtos brasileiros. Os empresários argumentam que não podem concorrer com o peso da indústria brasileira. Segundo eles, suas empresas vão de mal a pior. Se não começarem a demitir, terão que fechar as fábricas.
Para evitar este cenário, os empresários pedem a aplicação de cotas para a entrada de produtos Made in Brazil. Segundo a Fundação Pró-Tejer, que reúne as principais empresas têxteis da Argentina, o setor começou a sofrer sinais de estancamento, interrompendo a tendência de recuperação que tinha no início do ano.
Fonte: TudoParaná, Curitiba (PR)
11/nov/2003
A consultoria, fundada pelo atual ministro da Fazenda da Argentina, Roberto Lavagna, prevê que o PIB per capita argentino subirá para US$ 5.500 em 2010. Para a consultoria, o crescimento da economia argentina explica o aumento da renda per capita. A previsão é de que o PIB argentino cresça em 2003 cerca de 7%.
Já os empresários do setor têxtil e moveleiro estão ameaçando começar uma onda de demissões de operários caso o governo do presidente Kirchner não tome medidas para impedir o que denominam de invasão de produtos brasileiros. Os empresários argumentam que não podem concorrer com o peso da indústria brasileira. Segundo eles, suas empresas vão de mal a pior. Se não começarem a demitir, terão que fechar as fábricas.
Para evitar este cenário, os empresários pedem a aplicação de cotas para a entrada de produtos Made in Brazil. Segundo a Fundação Pró-Tejer, que reúne as principais empresas têxteis da Argentina, o setor começou a sofrer sinais de estancamento, interrompendo a tendência de recuperação que tinha no início do ano.
Fonte: TudoParaná, Curitiba (PR)
11/nov/2003
Fonte:
Notícias em destaque
Silvicultura e as restaurações, prioridade e legitimidade
A recuperação de áreas degradadas vai se consolidando como uma nova alternativa da silvicultura brasileira dentro da agenda...
(SILVICULTURA)
FUNPINUS reúne setor produtivo e pesquisadores para melhoramento genético do pinus
O Fundo Cooperativo para Melhoramento de Pinus (FUNPINUS) foi criado em 2017 como um dos principais instrumentos de colaboração...
(GERAL)
Adeus madeira? Sobra de 200 milhões de toneladas para fazer MDF de bagaço de cana
Adeus madeira? Sobra de 200 milhões de toneladas para fazer MDF de bagaço de cana na busca por “plástico verde”...
(GERAL)
Plano estadual fortalece silvicultura e amplia base de florestas plantadas em Goiás
Estratégia integra políticas públicas, planejamento técnico e articulação institucional para atrair...
(SILVICULTURA)
Novo programa valida a legalidade das madeiras nobres americanas
O Conselho Americano de Exportação de Madeira de Lei (American Hardwood Export Council) contratou a Dovetail Partners, de...
(INTERNACIONAL)
Com maturidade em 3 a 5 anos e crescimento até 1 metro por dia, bambu vira a aposta climática mais rápida na África
Com maturidade em 3 a 5 anos e crescimento até 1 metro por dia, bambu vira a aposta climática mais rápida na África,...
(GERAL)














