Voltar
Notícias
20
nov
2007
(CARBONO)
UE quer incluir estocagem de carbono no comércio de emissões
Os planos da Comissão Européia para o próximo ano incluem a utilização do chamado CCS – captura e armazenamento de carbono – para prevenir emissões de gases do efeito estufa em fontes industriais. A prática deverá ser creditada pelo esquema de comércio de emissões (ETS) da União Européia.
O CCS é um método em que o dióxido de carbono (CO2) liberado durante a produção de energia proveniente de combustíveis fósseis é capturado, transportado e estocado em formações geológicas subterrâneas.
A tecnologia é vista como um componente-chave para os esforços da UE na redução de emissões, mas é cara e enfrenta o ceticismo do público em relação à segurança dos estoques subterrâneos a longo prazo. Ainda não está confirmado se o CCS será viável comercialmente a tempo de contribuir para a meta da UE de reduzir em 20% as emissões de CO2 até 2020.
Uma diretiva deve ser apresentada para a Comissão em janeiro, focando nos aspectos de segurança da tecnologia e na remoção de barreiras regulatórias para o seu uso generalizado. A decisão poderá ser um pouco decepcionante para algumas empresas de energia.
Outra opção seria contabilizar o CO2 estocado como emitido e garantir permissões que poderiam ser negociadas sob o esquema, mas esta possibilidade foi descartada.
Ao falar para o Euractiv no início do ano, Bill Spencer, vice-presidente de CO2 da Royal Dutch Shell, disse que esperava retornos do investimento no CCS na forma de créditos de carbono.
"O pacote de janeiro irá confirmar o CCS como uma tecnologia legítima para a mitigação de emissões amplamente reconhecida sob o ETS", afirma o porta-voz de energias para a Comissão Européia, Ferran Tarradellas. Ele comenta que "incentivos adicionais podem ser necessários para lidar com a atual economia desfavorável das tecnologias de CCS".
As regras para a captura de CO2 seriam ditadas pelo já existente Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC), que deve ser reforçado pela Comissão. O transporte do CO2 também seria controlado por normas já existentes, como as regentes sobre os dutos de gás natural.
Para decepção de algumas ONGs, a Comissão decidiu não impor a tecnologia CCS sobre as usinas de energia movidas a carvão ou a gás, argumentando que a tecnologia "está insuficientemente madura para ser obrigatória”.
Um representante da Comissão Européia admitiu recentemente que a organização pode "talvez ter sido muito otimista" em relação ao CCS e que tornar a tecnologia viável será "mais caro e mais complicado" do que se pensava inicialmente.
O CCS é um método em que o dióxido de carbono (CO2) liberado durante a produção de energia proveniente de combustíveis fósseis é capturado, transportado e estocado em formações geológicas subterrâneas.
A tecnologia é vista como um componente-chave para os esforços da UE na redução de emissões, mas é cara e enfrenta o ceticismo do público em relação à segurança dos estoques subterrâneos a longo prazo. Ainda não está confirmado se o CCS será viável comercialmente a tempo de contribuir para a meta da UE de reduzir em 20% as emissões de CO2 até 2020.
Uma diretiva deve ser apresentada para a Comissão em janeiro, focando nos aspectos de segurança da tecnologia e na remoção de barreiras regulatórias para o seu uso generalizado. A decisão poderá ser um pouco decepcionante para algumas empresas de energia.
Outra opção seria contabilizar o CO2 estocado como emitido e garantir permissões que poderiam ser negociadas sob o esquema, mas esta possibilidade foi descartada.
Ao falar para o Euractiv no início do ano, Bill Spencer, vice-presidente de CO2 da Royal Dutch Shell, disse que esperava retornos do investimento no CCS na forma de créditos de carbono.
"O pacote de janeiro irá confirmar o CCS como uma tecnologia legítima para a mitigação de emissões amplamente reconhecida sob o ETS", afirma o porta-voz de energias para a Comissão Européia, Ferran Tarradellas. Ele comenta que "incentivos adicionais podem ser necessários para lidar com a atual economia desfavorável das tecnologias de CCS".
As regras para a captura de CO2 seriam ditadas pelo já existente Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC), que deve ser reforçado pela Comissão. O transporte do CO2 também seria controlado por normas já existentes, como as regentes sobre os dutos de gás natural.
Para decepção de algumas ONGs, a Comissão decidiu não impor a tecnologia CCS sobre as usinas de energia movidas a carvão ou a gás, argumentando que a tecnologia "está insuficientemente madura para ser obrigatória”.
Um representante da Comissão Européia admitiu recentemente que a organização pode "talvez ter sido muito otimista" em relação ao CCS e que tornar a tecnologia viável será "mais caro e mais complicado" do que se pensava inicialmente.
Fonte: Euractiv
Notícias em destaque
Tendências na construção em madeira em 2026
A construção em madeira deixou de ser um nicho associado apenas a casas de campo ou estruturas temporárias. As...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Torre de madeira com 85,4 metros mostrou que edifícios altos não precisam depender apenas de concreto e aço, ao usar 22 colunas principais, quatro grandes treliças de glulam nas fachadas e peças que chegam a quase 1,5 metro de seção para sustentar
Torre de madeira Mjøstårnet usa glulam, CLT e concreto para sustentar 18 pavimentos e controlar cargas e vento em 85,4 metros na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
A Sauder Woodworking reduz o tempo de troca de ferramentas e aumenta a produtividade com uma solução de IA.
A Sauder Woodworking, uma das maiores fornecedoras da IKEA na América do Norte e a última fabricante de móveis...
(GERAL)
Fundação Florestal amplia uso de tecnologia para combater e prevenir incêndios florestais em São Paulo
Uso integrado de drones termais, satélites de alta precisão, varredura a laser e inteligência artificial permite detectar...
(QUEIMADAS)
Homem constrói moto aquática de madeira no interior do Pará e surpreende com inovação
Pescador conta que sempre quis ter uma embarcação do mesmo modelo, mas não tinha condições de...
(GERAL)
Por que madeira certificada cresce no mercado
A certificação deixou de ser apenas um diferencial de reputação em contratos específicos. Em cadeias que...
(CERTIFICAÇÃO)














