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Notícias
16
nov
2007
(ECONOMIA)
FAO quer ajudar trabalhadores pelo meio ambiente
A FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação propôs nesta quinta-feira (15) oferecer ajuda econômica aos trabalhadores rurais para promover a proteção ao meio ambiente.
A afirmação consta do relatório anual da organização sobre o estado mundial da agricultura e da alimentação, apresentado nesta quinta-feira em Roma.
O diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, disse que "a agricultura emprega mais pessoas e consome mais terra e água que qualquer outra atividade humana" e pode "destruir as terras, a água, a atmosfera e os recursos biológicos do planeta, ou melhorá-los".
Para ele, esta diferença está nas mãos das "mais de duas bilhões de pessoas cujos meios de vida dependem diretamente das plantações, da pecuária, da pesca ou das florestas" e, "por isso, é essencial que estas pessoas contem com os incentivos adequados".
Segundo o relatório anual da FAO, os trabalhadores rurais podem obter melhores resultados ambientais, mas precisam ser incentivados a isto.
"O pagamento por serviços ambientais representa uma forma de aumentar os incentivos para as práticas agrícolas adequadas e, freqüentemente, para compensar a poluição gerada por outros setores", acrescenta o documento.
A FAO, entretanto, admite que estas ajudas econômicas "podem ter também efeitos adversos para a pobreza e a segurança alimentar, seja através de uma redução do emprego agrícola ou na alta dos preços dos alimentos".
Segundo a organização, os camponeses poderiam usar estas ajudas para evitar o desmatamento, para plantar árvores, aumentar a cobertura vegetal e tratar corretamente do solo.
O relatório da organização da ONU indica que já existem programas de ajuda, mas "poucos voltados aos camponeses e terras agrícolas dos países em desenvolvimento".
Leslie Lipper, economista especializada em meio ambiente, afirma no documento que se estas ajudas forem planejadas adequadamente, "podem igualmente beneficiar muitos dos mais de um bilhão de pobres nos países em desenvolvimento e que vivem em ecossistemas frágeis".
A afirmação consta do relatório anual da organização sobre o estado mundial da agricultura e da alimentação, apresentado nesta quinta-feira em Roma.
O diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, disse que "a agricultura emprega mais pessoas e consome mais terra e água que qualquer outra atividade humana" e pode "destruir as terras, a água, a atmosfera e os recursos biológicos do planeta, ou melhorá-los".
Para ele, esta diferença está nas mãos das "mais de duas bilhões de pessoas cujos meios de vida dependem diretamente das plantações, da pecuária, da pesca ou das florestas" e, "por isso, é essencial que estas pessoas contem com os incentivos adequados".
Segundo o relatório anual da FAO, os trabalhadores rurais podem obter melhores resultados ambientais, mas precisam ser incentivados a isto.
"O pagamento por serviços ambientais representa uma forma de aumentar os incentivos para as práticas agrícolas adequadas e, freqüentemente, para compensar a poluição gerada por outros setores", acrescenta o documento.
A FAO, entretanto, admite que estas ajudas econômicas "podem ter também efeitos adversos para a pobreza e a segurança alimentar, seja através de uma redução do emprego agrícola ou na alta dos preços dos alimentos".
Segundo a organização, os camponeses poderiam usar estas ajudas para evitar o desmatamento, para plantar árvores, aumentar a cobertura vegetal e tratar corretamente do solo.
O relatório da organização da ONU indica que já existem programas de ajuda, mas "poucos voltados aos camponeses e terras agrícolas dos países em desenvolvimento".
Leslie Lipper, economista especializada em meio ambiente, afirma no documento que se estas ajudas forem planejadas adequadamente, "podem igualmente beneficiar muitos dos mais de um bilhão de pobres nos países em desenvolvimento e que vivem em ecossistemas frágeis".
Fonte: JB Online
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