Voltar
Notícias
14
nov
2007
(PAPEL E CELULOSE)
Oferta de papel cartão importado cresce 30%
Aquecido, o segmento de papel cartão deve passar por transformações significativas, principalmente para o setor de distribuição, com a anunciada ampliação da capacidade de produção nacional e o crescimento das importações. Hoje, 95% das vendas dos fabricantes nacionais são feitas diretamente aos clientes, cabendo aos canais de distribuição – entre eles as empresas coligadas – a fatia de 5%.
No período de janeiro a agosto deste ano foram vendidas internamente 326,7 mil toneladas de papel cartão, 14,7% a mais que nos mesmos meses de 2006 (284,8 mil tons), conforme dados da Bracelpa. A venda nacional cresceu e a participação da distribuição caiu. Entre janeiro e agosto deste ano, os distribuidores compram 18,3% menos papel cartão nacional do que em igual período de 2006. Ainda de acordo com os relatórios da Associação dos Fabricantes, foram 16,3 mil tons em 2007, contra 19,9 mil tons no acumulado do ano anterior.
Simultaneamente, cresceram as importações do produto. Pelos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, até agosto deste ano foram importadas 50,4 mil tons de papel cartão, 30% a mais que as 38,6 mil tons internadas no país nos primeiros oito meses de 2006.
A importação de papel cartão, que em 2004 e 2005 ficou em torno de 40 mil tons, cresceu 40% no ano passado. Conforme dados da Secex, saltou de 41,4 mil tons em 2005 para 58,1 mil tons em 2006. Se for mantido o ritmo atual, o saldo das importações este ano deve ultrapassar 75,6 mil tons.
No entanto, a oferta de papel nacional também deve se mantiver aquecida, com a entrada em operação da nova máquina de cartão da Klabin, em Telêmaco Borba (PR), em outubro. Segundo divulgado pela fabricante, a máquina deve produzir 40 mil tons em 2007 e chegar a sua capacidade máxima, de 350 mil tons anuais, em 2009. A produção nacional deve continuar crescendo nos próximos anos, pois o mesmo fabricante já anunciou que estuda a instalação de outra máquina de papel cartão.
Com o aumento na oferta de papel cartão, seja nacional ou importado, a Andipa avalia que o distribuidor será convocado a ampliar sua fatia de participação neste segmento.
No período de janeiro a agosto deste ano foram vendidas internamente 326,7 mil toneladas de papel cartão, 14,7% a mais que nos mesmos meses de 2006 (284,8 mil tons), conforme dados da Bracelpa. A venda nacional cresceu e a participação da distribuição caiu. Entre janeiro e agosto deste ano, os distribuidores compram 18,3% menos papel cartão nacional do que em igual período de 2006. Ainda de acordo com os relatórios da Associação dos Fabricantes, foram 16,3 mil tons em 2007, contra 19,9 mil tons no acumulado do ano anterior.
Simultaneamente, cresceram as importações do produto. Pelos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, até agosto deste ano foram importadas 50,4 mil tons de papel cartão, 30% a mais que as 38,6 mil tons internadas no país nos primeiros oito meses de 2006.
A importação de papel cartão, que em 2004 e 2005 ficou em torno de 40 mil tons, cresceu 40% no ano passado. Conforme dados da Secex, saltou de 41,4 mil tons em 2005 para 58,1 mil tons em 2006. Se for mantido o ritmo atual, o saldo das importações este ano deve ultrapassar 75,6 mil tons.
No entanto, a oferta de papel nacional também deve se mantiver aquecida, com a entrada em operação da nova máquina de cartão da Klabin, em Telêmaco Borba (PR), em outubro. Segundo divulgado pela fabricante, a máquina deve produzir 40 mil tons em 2007 e chegar a sua capacidade máxima, de 350 mil tons anuais, em 2009. A produção nacional deve continuar crescendo nos próximos anos, pois o mesmo fabricante já anunciou que estuda a instalação de outra máquina de papel cartão.
Com o aumento na oferta de papel cartão, seja nacional ou importado, a Andipa avalia que o distribuidor será convocado a ampliar sua fatia de participação neste segmento.
Fonte: NewsPaper Andipa
Notícias em destaque
Tendências na construção em madeira em 2026
A construção em madeira deixou de ser um nicho associado apenas a casas de campo ou estruturas temporárias. As...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Torre de madeira com 85,4 metros mostrou que edifícios altos não precisam depender apenas de concreto e aço, ao usar 22 colunas principais, quatro grandes treliças de glulam nas fachadas e peças que chegam a quase 1,5 metro de seção para sustentar
Torre de madeira Mjøstårnet usa glulam, CLT e concreto para sustentar 18 pavimentos e controlar cargas e vento em 85,4 metros na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
A Sauder Woodworking reduz o tempo de troca de ferramentas e aumenta a produtividade com uma solução de IA.
A Sauder Woodworking, uma das maiores fornecedoras da IKEA na América do Norte e a última fabricante de móveis...
(GERAL)
Fundação Florestal amplia uso de tecnologia para combater e prevenir incêndios florestais em São Paulo
Uso integrado de drones termais, satélites de alta precisão, varredura a laser e inteligência artificial permite detectar...
(QUEIMADAS)
Homem constrói moto aquática de madeira no interior do Pará e surpreende com inovação
Pescador conta que sempre quis ter uma embarcação do mesmo modelo, mas não tinha condições de...
(GERAL)
Por que madeira certificada cresce no mercado
A certificação deixou de ser apenas um diferencial de reputação em contratos específicos. Em cadeias que...
(CERTIFICAÇÃO)














