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Notícias
08
nov
2007
(MEIO AMBIENTE)
Heróis da Terra
“A Terra não tem voz – então, alguém deve falar por ela.” Com esse ponto de partida, a revista norte-americana Time decidiu homenagear o que chamou de “heróis do meio ambiente”, homens e mulheres de diversos países que, por suas atuações em diversas áreas, têm destacado e colocado em discussão os principais problemas ambientais vividos pelo planeta.
Um dos escolhidos é brasileiro. Trata-se de José Goldemberg, professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia da Universidade de São Paulo e presidente da Comissão Especial de Bionergia de São Paulo. Na relação da revista, o físico está na categoria “Líderes e visionários”, ao lado de Al Gore, Mikhail Gorbachev, Angela Merkel, Robert Redford e do príncipe Charles.
No total, divididos em quatro categorias, estão 43 nomes, como Paul Crutzen, ganhador do Nobel de Química de 1995, James Hansen, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais, da Nasa, o glaciólogo indiano D.P. Dobhal, o bilionário inglês Richard Branson e a equipe de projetistas do automóvel híbrido Prius, da Toyota.[
“Nós os chamamos de heróis, mas eles poderiam também ser chamados de porta-vozes do planeta, um planeta que está “com a corda no pescoço”. Por suas palavras e por suas ações, esses heróis ambientais saíram do silêncio e deram voz à Terra. E compete a nós ouvir e nos unirmos a eles”, destacou a Time na apresentação do especial.
No texto sobre Goldemberg, a revista destaca que, na década de 1970, a idéia de usar plantas no lugar de petróleo para a produção de energia era polêmica, para dizer o mínimo. Mas então, dois anos após a crise do petróleo de 1973, entrou em cena o Proálcool.
Três anos depois, Goldemberg foi um dos autores de um hoje histórico artigo publicado na Science, no qual destacava a importância da descoberta brasileira: que era tanto possível como rentável empregar uma fonte de energia limpa, derivada da cana-de-açúcar.
“Aquele artigo foi minha contribuição, ao apontar que a cana não era somente um produto, mas também um combustível – e não um combustível fóssil”, disse Goldemberg à Time.
A revista destaca não apenas o pioneirismo, mas também a liderança brasileira no desenvolvimento e na produção de biocombustíveis. “Dois terços de todos os novos automóveis fabricados no país são modelos flex, que rodam em qualquer coisa de gás convencional ao etanol puro”, disseram os editores. A publicação ressaltou que o etanol ajudou o Brasil a reduzir em 46,6 milhões de toneladas (ou 20%) as suas emissões anuais de carbono.
Um dos escolhidos é brasileiro. Trata-se de José Goldemberg, professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia da Universidade de São Paulo e presidente da Comissão Especial de Bionergia de São Paulo. Na relação da revista, o físico está na categoria “Líderes e visionários”, ao lado de Al Gore, Mikhail Gorbachev, Angela Merkel, Robert Redford e do príncipe Charles.
No total, divididos em quatro categorias, estão 43 nomes, como Paul Crutzen, ganhador do Nobel de Química de 1995, James Hansen, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais, da Nasa, o glaciólogo indiano D.P. Dobhal, o bilionário inglês Richard Branson e a equipe de projetistas do automóvel híbrido Prius, da Toyota.[
“Nós os chamamos de heróis, mas eles poderiam também ser chamados de porta-vozes do planeta, um planeta que está “com a corda no pescoço”. Por suas palavras e por suas ações, esses heróis ambientais saíram do silêncio e deram voz à Terra. E compete a nós ouvir e nos unirmos a eles”, destacou a Time na apresentação do especial.
No texto sobre Goldemberg, a revista destaca que, na década de 1970, a idéia de usar plantas no lugar de petróleo para a produção de energia era polêmica, para dizer o mínimo. Mas então, dois anos após a crise do petróleo de 1973, entrou em cena o Proálcool.
Três anos depois, Goldemberg foi um dos autores de um hoje histórico artigo publicado na Science, no qual destacava a importância da descoberta brasileira: que era tanto possível como rentável empregar uma fonte de energia limpa, derivada da cana-de-açúcar.
“Aquele artigo foi minha contribuição, ao apontar que a cana não era somente um produto, mas também um combustível – e não um combustível fóssil”, disse Goldemberg à Time.
A revista destaca não apenas o pioneirismo, mas também a liderança brasileira no desenvolvimento e na produção de biocombustíveis. “Dois terços de todos os novos automóveis fabricados no país são modelos flex, que rodam em qualquer coisa de gás convencional ao etanol puro”, disseram os editores. A publicação ressaltou que o etanol ajudou o Brasil a reduzir em 46,6 milhões de toneladas (ou 20%) as suas emissões anuais de carbono.
Fonte: Agência Fapesp
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