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Notícias
06
nov
2007
(INDÚSTRIA)
Paraná ganha novas indústrias de papel
Após vários anos sem fazer novos investimentos, a indústria de papel está retomando projetos de ampliação de capacidade no Paraná. Embaladas pelo crescimento do mercado interno e pelos bons preços internacionais, que ajudam a compensar o dólar fraco nas exportações, empresas como Klabin, Norske Skog, Santa Maria, Cocelpa, Sepac e Ibema estão colocando em prática novos projetos industriais que, juntos, deverão somar investimentos de cerca de R$ 3 bilhões até 2010. O Estado do Paraná é o segundo maior produtor nacional de papel, atrás somente de São Paulo, e deve registrar um crescimento de 7% a 8% ao ano. O setor, que movimentou R$ 2,8 bilhões no ano passado, emprega 12 mil pessoas e reúne 459 indústrias no estado.
A Klabin injetou R$ 2,2 bilhões na fábrica de Telêmaco Borba, na região central do Paraná. O investimento vai possibilitar a produção de mais 350 mil toneladas de papel-cartão e elevar sua produção total para 2 milhões de toneladas por ano em 2008. Da produção estimada, 85% serão exportados, principalmente para Europa, Estados Unidos, América Latina e Ásia. A Klabin já fechou, por exemplo, contrato para fornecimento de papel para cinco unidades da fabricante de embalagens cartonadas Tetra Pak, entre elas na Argentina e em Cingapura.
A norueguesa Norske Skog, segunda maior fabricante mundial de papel imprensa e única do setor no Brasil, está colocando em prática um projeto que vai permitir dobrar sua capacidade de produção na fábrica brasileira, localizada em Jaguariaíva. Orçado em US$ 210 milhões, o projeto vai elevar a capacidade de produção de 185 mil toneladas para 385 mil toneladas por ano a partir do segundo trimestre de 2009. A empresa vai adaptar e modernizar uma máquina que estava inativa na Europa e que já começou a ser importada para o Brasil.
Depois de investir R$ 130 milhões na instalação de uma nova máquina de papel-cartão em 2001, a Ibema Companhia Brasileira de Papel, com sede em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, já estuda uma nova ampliação, que deve elevar sua produção em 30% a partir de 2009 e absorver R$ 10 milhões. Hoje a produção está em 90 mil toneladas por ano. A Ibema espera um crescimento de 14% para 2007, quando deve atingir uma receita de R$ 205 milhões.
Com foco no aumento do consumo no mercado interno, a Sepac Serrados e Pasta de Celulose, especializada em papel “tissue” – como papel higiênico e toalha de papel – está investindo R$ 100 milhões para dobrar a capacidade de produção de 100 para 200 toneladas por dia. O projeto deve entrar em operação no primeiro trimestre de 2008 quando passa a rodar em plena capacidade. Com a ampliação, o número de funcionários da fábrica deve passar de 320 para 500.
Com previsão de crescer 10% em 2007, o grupo Santa Maria, de Guarapuava, está investindo US$ 10 milhões na automação da sua linha de papel de imprimir e escrever. Com faturamento de R$ 300 milhões previsto para 2007, a Santa Maria produz 8,5 mil toneladas por mês e emprega 1,5 mil pessoas.
A Klabin injetou R$ 2,2 bilhões na fábrica de Telêmaco Borba, na região central do Paraná. O investimento vai possibilitar a produção de mais 350 mil toneladas de papel-cartão e elevar sua produção total para 2 milhões de toneladas por ano em 2008. Da produção estimada, 85% serão exportados, principalmente para Europa, Estados Unidos, América Latina e Ásia. A Klabin já fechou, por exemplo, contrato para fornecimento de papel para cinco unidades da fabricante de embalagens cartonadas Tetra Pak, entre elas na Argentina e em Cingapura.
A norueguesa Norske Skog, segunda maior fabricante mundial de papel imprensa e única do setor no Brasil, está colocando em prática um projeto que vai permitir dobrar sua capacidade de produção na fábrica brasileira, localizada em Jaguariaíva. Orçado em US$ 210 milhões, o projeto vai elevar a capacidade de produção de 185 mil toneladas para 385 mil toneladas por ano a partir do segundo trimestre de 2009. A empresa vai adaptar e modernizar uma máquina que estava inativa na Europa e que já começou a ser importada para o Brasil.
Depois de investir R$ 130 milhões na instalação de uma nova máquina de papel-cartão em 2001, a Ibema Companhia Brasileira de Papel, com sede em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, já estuda uma nova ampliação, que deve elevar sua produção em 30% a partir de 2009 e absorver R$ 10 milhões. Hoje a produção está em 90 mil toneladas por ano. A Ibema espera um crescimento de 14% para 2007, quando deve atingir uma receita de R$ 205 milhões.
Com foco no aumento do consumo no mercado interno, a Sepac Serrados e Pasta de Celulose, especializada em papel “tissue” – como papel higiênico e toalha de papel – está investindo R$ 100 milhões para dobrar a capacidade de produção de 100 para 200 toneladas por dia. O projeto deve entrar em operação no primeiro trimestre de 2008 quando passa a rodar em plena capacidade. Com a ampliação, o número de funcionários da fábrica deve passar de 320 para 500.
Com previsão de crescer 10% em 2007, o grupo Santa Maria, de Guarapuava, está investindo US$ 10 milhões na automação da sua linha de papel de imprimir e escrever. Com faturamento de R$ 300 milhões previsto para 2007, a Santa Maria produz 8,5 mil toneladas por mês e emprega 1,5 mil pessoas.
Fonte: Gazeta do Povo Online
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