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Notícias
31
out
2007
(MÓVEIS)
Mercado interno sustenta otimismo da indústria de móveis
As fabricantes de móveis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina dividem-se entre o otimismo - com planos de vendas até 30% maiores este ano - e o pessimismo de quem espera apenas repetir 2006 e se queixa do aumento da concorrência do mercado interno, depois que muitos exportadores procuraram, nas vendas domésticas, uma alternativa para as perdas no exterior.
A SCA, que produz móveis residenciais e corporativos, está no primeiro grupo e prevê um faturamento de R$ 110 milhões em 2007, ante R$ 85 milhões em 2006. "O ritmo de crescimento de 25% a 30% vem se mantendo mês a mês", explica o diretor-superintendente, Sérgio Manfrói, que atribui o desempenho ao aquecimento do mercado imobiliário.
Neste ano, a SCA investiu ? 5 milhões na aquisição de novas máquinas e softwares e na ampliação do espaço físico para deixar a fábrica pronta para dobrar a produção, se houver demanda, apenas com a introdução de mais um turno de trabalho. Desde janeiro, a empresa também aumentou em 10% o quadro de funcionários, para cerca de 230 pessoas.
Segundo Manfrói, a SCA não esgotou a capacidade de receber novas encomendas ainda em 2007 porque tem um ciclo curto de produção, de sete dias apenas. A moveleira dispõe de uma rede de 150 lojas exclusivas licenciadas, sendo 18 no exterior (na América do Sul, Estados Unidos, México, Angola e Portugal). Este ano pretende dobrar a participação das exportações no faturamento, para 10%.
Apesar da expansão do nível de atividade, a empresa não tem enfrentado problemas de suprimento de matérias-primas, embora alguns insumos, como plásticos, papel e chapas de madeira, tenham sofrido reajustes entre 4% e 8% nos últimos três meses. Mas o impacto final sobre os custos globais é pequeno, o que permite a manutenção das tabelas de preços dos produtos, explica Manfrói.
A Única deve faturar de R$ 200 milhões a R$ 210 milhões em 2007 e ampliou o quadro de funcionários em quase 5% com a contratação de 20 funcionários em setembro e outubro, diz o diretor-comercial, Ronaldo Marcolin. Em 2006, as vendas totalizaram R$ 160 milhões. O crescimento deve ser puxado principalmente pelos móveis da marca Favorita, que fica numa faixa de preço intermediária entre os móveis Dell Anno, voltados para as classes A e B, e a linha Telasul, mais popular.
Segundo Marcolin, em mais duas a três semanas a empresa deve fechar a carteira de encomendas para 2007, não muito diferente do que aconteceu em 2006. O mercado interno responde pela maior parte das receitas da Única, favorecida pela expansão do mercado imobiliário, pela redução dos juros e ampliação dos prazos máximos de financiamento aos consumidores de 20 para até 30 vezes nos últimos 12 meses. A tabela de preços da empresa mantém-se estável desde março. Mesmo assim, as exportações devem avançar de R$ 3 milhões para R$ 8 milhões neste ano, prevê o executivo.
A KK Móveis, empresa de pequeno porte do oeste catarinense, deverá manter o volume de faturamento no último trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. Geraldo Knakiewicz, presidente da empresa, pondera que, embora outubro venha se apresentando melhor do que os meses anteriores como agosto e setembro, ele não será diferente de outubro do ano passado. "A melhora é sazonal. Não é um conforto, é só um consolo", diz.
A KK Móveis, que atende principalmente pequenos varejistas, vendeu até agora 40% do que previa para o fim do ano, mesmo percentual que registrava em outubro de 2006. Segundo ele, as exportações, ainda que não rentáveis, são as principais responsáveis pela manutenção das vendas no mesmo patamar de 2006. "Mesmo com o câmbio desfavorável, estamos exportando 50% da produção, um volume muito acima das pretensões que tínhamos para o ano, que era exportar 30%. Tivemos que fazer isso porque o mercado interno não vinha respondendo", diz.
A SCA, que produz móveis residenciais e corporativos, está no primeiro grupo e prevê um faturamento de R$ 110 milhões em 2007, ante R$ 85 milhões em 2006. "O ritmo de crescimento de 25% a 30% vem se mantendo mês a mês", explica o diretor-superintendente, Sérgio Manfrói, que atribui o desempenho ao aquecimento do mercado imobiliário.
Neste ano, a SCA investiu ? 5 milhões na aquisição de novas máquinas e softwares e na ampliação do espaço físico para deixar a fábrica pronta para dobrar a produção, se houver demanda, apenas com a introdução de mais um turno de trabalho. Desde janeiro, a empresa também aumentou em 10% o quadro de funcionários, para cerca de 230 pessoas.
Segundo Manfrói, a SCA não esgotou a capacidade de receber novas encomendas ainda em 2007 porque tem um ciclo curto de produção, de sete dias apenas. A moveleira dispõe de uma rede de 150 lojas exclusivas licenciadas, sendo 18 no exterior (na América do Sul, Estados Unidos, México, Angola e Portugal). Este ano pretende dobrar a participação das exportações no faturamento, para 10%.
Apesar da expansão do nível de atividade, a empresa não tem enfrentado problemas de suprimento de matérias-primas, embora alguns insumos, como plásticos, papel e chapas de madeira, tenham sofrido reajustes entre 4% e 8% nos últimos três meses. Mas o impacto final sobre os custos globais é pequeno, o que permite a manutenção das tabelas de preços dos produtos, explica Manfrói.
A Única deve faturar de R$ 200 milhões a R$ 210 milhões em 2007 e ampliou o quadro de funcionários em quase 5% com a contratação de 20 funcionários em setembro e outubro, diz o diretor-comercial, Ronaldo Marcolin. Em 2006, as vendas totalizaram R$ 160 milhões. O crescimento deve ser puxado principalmente pelos móveis da marca Favorita, que fica numa faixa de preço intermediária entre os móveis Dell Anno, voltados para as classes A e B, e a linha Telasul, mais popular.
Segundo Marcolin, em mais duas a três semanas a empresa deve fechar a carteira de encomendas para 2007, não muito diferente do que aconteceu em 2006. O mercado interno responde pela maior parte das receitas da Única, favorecida pela expansão do mercado imobiliário, pela redução dos juros e ampliação dos prazos máximos de financiamento aos consumidores de 20 para até 30 vezes nos últimos 12 meses. A tabela de preços da empresa mantém-se estável desde março. Mesmo assim, as exportações devem avançar de R$ 3 milhões para R$ 8 milhões neste ano, prevê o executivo.
A KK Móveis, empresa de pequeno porte do oeste catarinense, deverá manter o volume de faturamento no último trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. Geraldo Knakiewicz, presidente da empresa, pondera que, embora outubro venha se apresentando melhor do que os meses anteriores como agosto e setembro, ele não será diferente de outubro do ano passado. "A melhora é sazonal. Não é um conforto, é só um consolo", diz.
A KK Móveis, que atende principalmente pequenos varejistas, vendeu até agora 40% do que previa para o fim do ano, mesmo percentual que registrava em outubro de 2006. Segundo ele, as exportações, ainda que não rentáveis, são as principais responsáveis pela manutenção das vendas no mesmo patamar de 2006. "Mesmo com o câmbio desfavorável, estamos exportando 50% da produção, um volume muito acima das pretensões que tínhamos para o ano, que era exportar 30%. Tivemos que fazer isso porque o mercado interno não vinha respondendo", diz.
Fonte: Global 21
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