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Notícias
29
out
2007
(ECONOMIA)
Supersimples é alternativa mais viável para setor moveleiro do Nortão
Apesar das dificuldades encontradas pelas empresas em aderir ao Supersimples, também conhecido como Simples Nacional, o sistema tem sido a alternativa mais viável para alguns setores, como é o caso do moveleiro. Atualmente, cerca de 65 indústrias atuam no pólo de Alta Floresta e geram cerca de 500 empregos diretos.
O presidente do Sindicato das Indústrias Moveleiras do Norte do Mato Grosso (Simonorte), Mauro Feronato, declarou, ao Só Notícias, que a unificação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS – cobrado pelo Estado, ao sistema, não tem sido aplicado nas vendas feitas pelas indústrias às revendedoras, inviabilizando as vendas do segmento para outros Estados. “Na venda direta ao consumidor o ICMS é de 2,85% a 3%. Já nas vendas para as revendedoras ficou em 17%, não aderindo ao sistema”, justificou.
As indústrias que aderiram ao Simples também perderam o benefício do Prodeic - Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso - que contribui para a expansão, modernização e diversificação das atividades econômicas, por meio da redução do ICMS. “Porém, estudos que fizemos apontaram que ainda é mais viável operar pelo Supersimples, caso contrário perderíamos mais”, acrescentou Feronato.
O setor encaminhou um ofício para a Sefaz denunciando a situação e as dificuldades da região em competir com os produtos adquiridos em outros Estados de empresas que não estão enquadradas no Supersimples. O programa unifica o recolhimento de impostos da União, dos Estados e dos municípios (IRPJ, IPI, CSLL, Cofins, PIS e INSS empregador, ICMS e o ISS) e tem como objetivo reduzir em até 70% as contribuições.
O presidente do Sindicato das Indústrias Moveleiras do Norte do Mato Grosso (Simonorte), Mauro Feronato, declarou, ao Só Notícias, que a unificação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS – cobrado pelo Estado, ao sistema, não tem sido aplicado nas vendas feitas pelas indústrias às revendedoras, inviabilizando as vendas do segmento para outros Estados. “Na venda direta ao consumidor o ICMS é de 2,85% a 3%. Já nas vendas para as revendedoras ficou em 17%, não aderindo ao sistema”, justificou.
As indústrias que aderiram ao Simples também perderam o benefício do Prodeic - Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso - que contribui para a expansão, modernização e diversificação das atividades econômicas, por meio da redução do ICMS. “Porém, estudos que fizemos apontaram que ainda é mais viável operar pelo Supersimples, caso contrário perderíamos mais”, acrescentou Feronato.
O setor encaminhou um ofício para a Sefaz denunciando a situação e as dificuldades da região em competir com os produtos adquiridos em outros Estados de empresas que não estão enquadradas no Supersimples. O programa unifica o recolhimento de impostos da União, dos Estados e dos municípios (IRPJ, IPI, CSLL, Cofins, PIS e INSS empregador, ICMS e o ISS) e tem como objetivo reduzir em até 70% as contribuições.
Fonte: Só Notícias
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