Voltar
Notícias
28
out
2007
(MEIO AMBIENTE)
Marina Silva diz que crescimento não pode ser usado para causar dano ao meio ambiente
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou nesta quinta-feira (25) no encontro do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC em inglês), os esforços do Brasil no combate ao aquecimento global, como o Plano Nacional de Prevenção e Controle do Desmatamento, que conseguiu reduzir em três anos 65% do desmatamento no país.
A ministra reconheceu que muito ainda precisa ser feito, e defendeu uma postura proativa do Brasil para combater o aquecimento global.
“Embora os países em desenvolvimento não sejam os responsáveis históricos pelo aquecimento global, não podemos advogar o direito de cometer os mesmos erros (dos países desenvolvidos). Não podemos seguir a mesma trajetória”.
Marina Silva afirmou que “reverter um processo que vem há séculos sendo implementado na direção de economias carbonizadas, como acontece em países desenvolvidos, não é fácil para países em desenvolvimento. Mas isso não é impossível. Não podemos utilizar a necessidade de crescimento para causar dano ao ambiente”.
A ministra defendeu que a viabilidade econômica deve andar junto com a sustentabilidade ambiental. “Nós trabalhamos com essa visão na BR 163 [liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA)]; no processo de liberação ambiental das hidrelétricas do Rio Madeira e no complexo do Rio São Francisco”, disse.
O vice-presidente do IPCC, Muhan Munasingue, parabenizou a atuação do Brasil para a discussão das mudanças climáticas no planeta e lembrou os vários cientistas brasileiros que participam do órgão intergovernamental que contribuíram para que o IPCC fosse agraciado com o Prêmio Nobel da Paz 2007.
Muhan defendeu que o dinheiro do prêmio seja utilizado em um fundo para disseminar nos países em desenvolvimento informações sobre o aquecimento global.
As conclusões do encontro, que se realiza pela primeira vez na América Latina, serão levadas em dezembro a uma reunião internacional em Bali, na Indonésia, onde 180 países vão apresentar propostas para redução da emissão de gases do efeito estufa.
A ministra Marina Silva adiantou que o Brasil vai defender em Bali a ajuda de países desenvolvidos para ampliar a redução do desmatamento e a proteção das florestas brasileiras.
“O Ministério do Meio Ambiente advoga que tenhamos uma posição pró-ativa, não podemos em hipótese alguma reivindicar o direito de também destruir florestas e fazer nossa economia de forma carbonizada. Nós queremos mudar modelos de desenvolvimento, mas para isso precisamos ser ajudados, até porque a diminuição (do desmatamento) no Brasil favorece ao planeta inteiro”, afirmou. O encontro termina nesta sexta-feira (26).
A ministra reconheceu que muito ainda precisa ser feito, e defendeu uma postura proativa do Brasil para combater o aquecimento global.
“Embora os países em desenvolvimento não sejam os responsáveis históricos pelo aquecimento global, não podemos advogar o direito de cometer os mesmos erros (dos países desenvolvidos). Não podemos seguir a mesma trajetória”.
Marina Silva afirmou que “reverter um processo que vem há séculos sendo implementado na direção de economias carbonizadas, como acontece em países desenvolvidos, não é fácil para países em desenvolvimento. Mas isso não é impossível. Não podemos utilizar a necessidade de crescimento para causar dano ao ambiente”.
A ministra defendeu que a viabilidade econômica deve andar junto com a sustentabilidade ambiental. “Nós trabalhamos com essa visão na BR 163 [liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA)]; no processo de liberação ambiental das hidrelétricas do Rio Madeira e no complexo do Rio São Francisco”, disse.
O vice-presidente do IPCC, Muhan Munasingue, parabenizou a atuação do Brasil para a discussão das mudanças climáticas no planeta e lembrou os vários cientistas brasileiros que participam do órgão intergovernamental que contribuíram para que o IPCC fosse agraciado com o Prêmio Nobel da Paz 2007.
Muhan defendeu que o dinheiro do prêmio seja utilizado em um fundo para disseminar nos países em desenvolvimento informações sobre o aquecimento global.
As conclusões do encontro, que se realiza pela primeira vez na América Latina, serão levadas em dezembro a uma reunião internacional em Bali, na Indonésia, onde 180 países vão apresentar propostas para redução da emissão de gases do efeito estufa.
A ministra Marina Silva adiantou que o Brasil vai defender em Bali a ajuda de países desenvolvidos para ampliar a redução do desmatamento e a proteção das florestas brasileiras.
“O Ministério do Meio Ambiente advoga que tenhamos uma posição pró-ativa, não podemos em hipótese alguma reivindicar o direito de também destruir florestas e fazer nossa economia de forma carbonizada. Nós queremos mudar modelos de desenvolvimento, mas para isso precisamos ser ajudados, até porque a diminuição (do desmatamento) no Brasil favorece ao planeta inteiro”, afirmou. O encontro termina nesta sexta-feira (26).
Fonte: Agência Brasil
Notícias em destaque
Por que oliveiras centenárias com mais de 200 anos e avaliadas em até R$ 100 mil viraram alvo de contrabando
Por que oliveiras centenárias com mais de 200 anos e avaliadas em até R$ 100 mil viraram alvo de contrabando entre Argentina e...
(GERAL)
Avanços tecnológicos ajudam a indústria de celulose a reduzir paradas e aumentar a eficiência
Novos desenvolvimentos da Voith, como o feltro com dupla emenda Infinity ToughLine 6S e o revestimento de rolos CellPress, ajudam fabricantes a...
(TECNOLOGIA)
No Fire Brasil 2026 fortalece debate sobre prevenção de incêndios florestais
O congresso No Fire Brasil chega à edição de 2026 consolidado como um dos principais fóruns de debate sobre...
(EVENTOS)
Mangue-maçã: saiba mais sobre a árvore invasora da Ásia e que ameaça os manguezais brasileiros
Fundação Florestal e Ibama trabalham para erradicar o mangue-maçã do Brasil. Até o momento, mais de 700...
(GERAL)
Indústria de móveis amplia produção, mas enfrenta demanda retraída
No primeiro olhar, janeiro trouxe algum alívio para a indústria brasileira de móveis e colchões. A...
(MERCADO)
“Terra preta da Amazônia” aumenta diâmetro de árvores em 88 por cento
Pequenas quantidades da “terra preta da Amazônia” no solo garantem árvores com crescimento maior em altura e...
(SILVICULTURA)














