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Notícias
23
out
2007
(MÓVEIS)
Setor moveleiro e coureiro-calçadista reúnem-se hoje no Ministério da Fazenda
Nesta terça-feira, dia 23, às 17 horas, a Frente Parlamentar do Setor Calçadista e Moveleiro apresentará reivindicações ao ministro da Fazenda, Nelson Machado, resultado de reunião realizada entre os empresários dos setores durante a Feira Móvel Brasil 2007, em São Bento do Sul (SC).
O deputado federal Odacir Zonta (PP/SC) participou da reunião coordenada pelo presidente da Frente Parlamentar, Renato Molling, e destacou que esta não é a primeira vez, neste ano, que o setor tenta chamar a atenção do governo federal sobre as dificuldades que vem passando. “O governo federal precisa auxiliar estes setores, pois empresas estão sendo drasticamente prejudicadas, principalmente em função da queda acentuada do dólar”, ressalta.
O setor moveleiro cobra a pré-fixação do dólar exportação em, no mínimo, R$ 2,35, além de reivindicar a desoneração das contribuições que incidem na folha de pagamento, a equiparação da alíquota de todos os móveis para 5% (atualmente a cobrança varia entre 5% e 10%), o aumento da taxa de importação para móveis e peças e incentivo fiscal para o desenvolvimento tecnológico e modernização.
No Brasil são 14 mil empresas que geram mais de 225 mil empregos. As exportações no país, em 2006, foram de cerca de US$ 1 bilhão de dólares. Santa Catarina é o maior exportador de móveis, com 38,1%. O Rio Grande do Sul vem em segundo lugar com 27,6%. O principal destino dos móveis brasileiros são os Estados Unidos que recebe 30,6% das exportações do Brasil.
O deputado federal Odacir Zonta (PP/SC) participou da reunião coordenada pelo presidente da Frente Parlamentar, Renato Molling, e destacou que esta não é a primeira vez, neste ano, que o setor tenta chamar a atenção do governo federal sobre as dificuldades que vem passando. “O governo federal precisa auxiliar estes setores, pois empresas estão sendo drasticamente prejudicadas, principalmente em função da queda acentuada do dólar”, ressalta.
O setor moveleiro cobra a pré-fixação do dólar exportação em, no mínimo, R$ 2,35, além de reivindicar a desoneração das contribuições que incidem na folha de pagamento, a equiparação da alíquota de todos os móveis para 5% (atualmente a cobrança varia entre 5% e 10%), o aumento da taxa de importação para móveis e peças e incentivo fiscal para o desenvolvimento tecnológico e modernização.
No Brasil são 14 mil empresas que geram mais de 225 mil empregos. As exportações no país, em 2006, foram de cerca de US$ 1 bilhão de dólares. Santa Catarina é o maior exportador de móveis, com 38,1%. O Rio Grande do Sul vem em segundo lugar com 27,6%. O principal destino dos móveis brasileiros são os Estados Unidos que recebe 30,6% das exportações do Brasil.
Fonte: MB Comunicação
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