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Notícias
19
out
2007
(MEIO AMBIENTE)
Nelson Jobim encerra viagem à Amazônia e diz que desenvolvimento pode deter destruição ambiental
Após sete dias de visita a bases do CMA - Comando Militar da Amazônia, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, retornou a Brasília convencido de que a preservação da floresta depende do desenvolvimento econômico da Região Norte.
“Não se deve imaginar que é possível resolver questões ambientais da região sem assegurar alternativas aos povos aqui residentes”, disse, pouco antes de deixar Porto Velho (RO), na manhã de quinta-feira (18). Em discurso na cerimônia de formatura da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, ele comentou que se o governo não tiver a responsabilidade de promover essas alternativas econômicas, "estará empurrando essas comunidades para a ilegalidade, uma vez que a questão básica é a da sobrevivência”.
Para o ministro, além de a preservação do meio ambiente não ser incompatível com o desenvolvimento da região, deixar de estimular o incremento das atividades econômicas “seguramente levaria à deterioração” ambiental.
Ele explicou sua concepção de desenvolvimento sustentável para a região: “É preciso um ajuste que permita que a produção seja compatível com a preservação. Na produção de energia, por exemplo, é evidente que não há como se ter uma grande produção energética, pois distribuí-la por toda a Amazônia é impossível. A produção tem de ser localizada, com emprego de fontes que possam suprir a necessidade das populações, como o uso de energia eólica em algumas situações”.
A falta de energia elétrica foi uma das queixas mais comuns apresentadas pelos moradores das comunidades próximas aos pelotões especiais de fronteira, além da falta de médicos nos postos de saúde. Durante a viagem, o ministro e a comitiva que o acompanhou percorreram 17 organizações militares do CMA: nove pelotões especiais de fronteira, cinco batalhões e três brigadas de infantaria de selva.
O grupo saiu de Manaus na última sexta-feira (12), passou pelo Acre e terminou o percurso na capital de Rondônia, Porto Velho. Conforme Jobim explicou no primeiro dia, além de demonstrar a solidariedade e o reconhecimento do Ministério da Defesa às ações desenvolvidas na fronteira, a viagem serviu para proporcionar à autoridades dos poderes Executivo e Legislativo o conhecimento da realidade amazônica.
Participaram da primeira etapa da viagem, concluída com a chegada a Tabatinga (AM), no domingo (14), a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, e cinco ministros do STJ - Superior Tribunal de Justiça.
Segundo Jobim, as impressões e informações recolhidas servirão para subsidiar o grupo interministerial que preside, criado no início de setembro para elaborar o Plano Estratégico Nacional de Defesa, com prazo até setembro de 2008 para ser apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não se deve imaginar que é possível resolver questões ambientais da região sem assegurar alternativas aos povos aqui residentes”, disse, pouco antes de deixar Porto Velho (RO), na manhã de quinta-feira (18). Em discurso na cerimônia de formatura da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, ele comentou que se o governo não tiver a responsabilidade de promover essas alternativas econômicas, "estará empurrando essas comunidades para a ilegalidade, uma vez que a questão básica é a da sobrevivência”.
Para o ministro, além de a preservação do meio ambiente não ser incompatível com o desenvolvimento da região, deixar de estimular o incremento das atividades econômicas “seguramente levaria à deterioração” ambiental.
Ele explicou sua concepção de desenvolvimento sustentável para a região: “É preciso um ajuste que permita que a produção seja compatível com a preservação. Na produção de energia, por exemplo, é evidente que não há como se ter uma grande produção energética, pois distribuí-la por toda a Amazônia é impossível. A produção tem de ser localizada, com emprego de fontes que possam suprir a necessidade das populações, como o uso de energia eólica em algumas situações”.
A falta de energia elétrica foi uma das queixas mais comuns apresentadas pelos moradores das comunidades próximas aos pelotões especiais de fronteira, além da falta de médicos nos postos de saúde. Durante a viagem, o ministro e a comitiva que o acompanhou percorreram 17 organizações militares do CMA: nove pelotões especiais de fronteira, cinco batalhões e três brigadas de infantaria de selva.
O grupo saiu de Manaus na última sexta-feira (12), passou pelo Acre e terminou o percurso na capital de Rondônia, Porto Velho. Conforme Jobim explicou no primeiro dia, além de demonstrar a solidariedade e o reconhecimento do Ministério da Defesa às ações desenvolvidas na fronteira, a viagem serviu para proporcionar à autoridades dos poderes Executivo e Legislativo o conhecimento da realidade amazônica.
Participaram da primeira etapa da viagem, concluída com a chegada a Tabatinga (AM), no domingo (14), a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, e cinco ministros do STJ - Superior Tribunal de Justiça.
Segundo Jobim, as impressões e informações recolhidas servirão para subsidiar o grupo interministerial que preside, criado no início de setembro para elaborar o Plano Estratégico Nacional de Defesa, com prazo até setembro de 2008 para ser apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte: Agência Brasil
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