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Notícias
11
out
2007
(ECONOMIA)
Economia do mundo deve crescer 4,7% em 2007
A economia mundial está desacelerando por causa da redução do crescimento nos EUA, o recente esfriamento na Europa e Japão, preocupações com a inflação chinesa e contaminação da crise das hipotecas de alto risco. Segundo a estimativa do Instituto Peterson de Economia Internacional (IIE), importante centro de pesquisas econômicas, o crescimento mundial deve ficar em 4,75% em 2007, ante 5,25% no ano passado, e cair para 4,25% em 2008.
Mas o Brasil vai continuar com ótimo desempenho econômico. De acordo com o IIE, o País vai crescer 4,75% esse ano, diante de 3,7% em 2006, e 4,25% no ano que vem. "O Brasil está indo muito bem, e não está tão ligado à economia dos Estados Unidos", diz Michael Mussa, economista sênior do IIE. De acordo com o economista, o corte da Selic mais do que a queda da inflação resultou em uma redução da taxa real de juros e isso contribuiu para a ressurgência da demanda doméstica. O economista elogiou também a política fiscal, que "manteve controle rígido sobre o déficit orçamentário, reduzindo a relação dívida/PIB e aumentando a percepção de que o Brasil não vai voltar às políticas desestabilizadoras do passado".
Já o México, cuja economia depende bem mais de exportações para os EUA, terá crescimento de 3% em 2007 ano e 3,25% em 2008. O crescimento dos Estados Unidos vai diminuir por causa da crise imobiliária, embora não vá sofrer tanto, pois as bolsas de valores continuam com ótimo desempenho e houve aceleração das exportações por causa do enfraquecimento do dólar. O IIE prevê crescimento nos EUA de 2% esse ano e também de 2% no ano que vem. Os economistas não vêem motivo para pânico em relação à crise imobiliária, embora enxerguem fragilidades no sistema financeiro alemão e italiano e uma bolha de preços imobiliários na Espanha e Inglaterra.
Mas o Brasil vai continuar com ótimo desempenho econômico. De acordo com o IIE, o País vai crescer 4,75% esse ano, diante de 3,7% em 2006, e 4,25% no ano que vem. "O Brasil está indo muito bem, e não está tão ligado à economia dos Estados Unidos", diz Michael Mussa, economista sênior do IIE. De acordo com o economista, o corte da Selic mais do que a queda da inflação resultou em uma redução da taxa real de juros e isso contribuiu para a ressurgência da demanda doméstica. O economista elogiou também a política fiscal, que "manteve controle rígido sobre o déficit orçamentário, reduzindo a relação dívida/PIB e aumentando a percepção de que o Brasil não vai voltar às políticas desestabilizadoras do passado".
Já o México, cuja economia depende bem mais de exportações para os EUA, terá crescimento de 3% em 2007 ano e 3,25% em 2008. O crescimento dos Estados Unidos vai diminuir por causa da crise imobiliária, embora não vá sofrer tanto, pois as bolsas de valores continuam com ótimo desempenho e houve aceleração das exportações por causa do enfraquecimento do dólar. O IIE prevê crescimento nos EUA de 2% esse ano e também de 2% no ano que vem. Os economistas não vêem motivo para pânico em relação à crise imobiliária, embora enxerguem fragilidades no sistema financeiro alemão e italiano e uma bolha de preços imobiliários na Espanha e Inglaterra.
Fonte: Agência Estado
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