Voltar
Notícias
06
out
2007
(DESMATAMENTO)
Pacto busca zerar desmatamento da Amazônia até 2015
Foi lançado hoje (3), em reunião da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, o Pacto Nacional pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia Brasileira.
A meta do pacto é reduzir o desmatamento florestal até atingir a conservação total da floresta amazônica. Além disso, há projetos para recuperar as áreas florestais já devastadas.
Para se conseguir esse objetivo, a proposta se baseia em três eixos: valorizar economicamente as florestas, recuperar áreas desmatadas e controlar o desmatamento ilegal. A idéia é utilizar recursos públicos, recursos externos provenientes do mercado de carbono e de empresas nacionais e investidores.
Com essas ações, o pacto nacional prevê que o desmatamento florestal da Amazônia termine totalmente em sete anos. Participam da iniciativa nove organizações não-governamentais (ONGs): Instituto Socioambiental (ISA), Greenpeace, Instituto Centro da Vida, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), The Nature Conservancy (TNC), Conservação Internacional, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e WWF-Brasil.
A ministra Marina Silva disse que 20 anos atrás havia incentivos que promoviam o desmatamento, na busca pelo progresso econômico, e afirmou que nos últimos quatro anos, os esforços do governo têm mudado a situação.
Ela citou novamente números do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia (PPCDA) e falou sobre as metas do governo para a redução do desmatamento neste ano: “O governo favorece o desmatamento ilegal zero. E, se se confirmarem os dados de 2007, nós vamos ter uma redução de desmatamento de 65%”.
Para que a floresta seja preservada, o pacto prevê também a conservação da biodiversidade e a preservação do modo de vida de povos indígenas e populações tradicionais da região. A maior fonte de devastação da floresta amazônica é a conversão da floresta em pastagens para gado e exploração de madeira.
A meta do pacto é reduzir o desmatamento florestal até atingir a conservação total da floresta amazônica. Além disso, há projetos para recuperar as áreas florestais já devastadas.
Para se conseguir esse objetivo, a proposta se baseia em três eixos: valorizar economicamente as florestas, recuperar áreas desmatadas e controlar o desmatamento ilegal. A idéia é utilizar recursos públicos, recursos externos provenientes do mercado de carbono e de empresas nacionais e investidores.
Com essas ações, o pacto nacional prevê que o desmatamento florestal da Amazônia termine totalmente em sete anos. Participam da iniciativa nove organizações não-governamentais (ONGs): Instituto Socioambiental (ISA), Greenpeace, Instituto Centro da Vida, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), The Nature Conservancy (TNC), Conservação Internacional, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e WWF-Brasil.
A ministra Marina Silva disse que 20 anos atrás havia incentivos que promoviam o desmatamento, na busca pelo progresso econômico, e afirmou que nos últimos quatro anos, os esforços do governo têm mudado a situação.
Ela citou novamente números do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia (PPCDA) e falou sobre as metas do governo para a redução do desmatamento neste ano: “O governo favorece o desmatamento ilegal zero. E, se se confirmarem os dados de 2007, nós vamos ter uma redução de desmatamento de 65%”.
Para que a floresta seja preservada, o pacto prevê também a conservação da biodiversidade e a preservação do modo de vida de povos indígenas e populações tradicionais da região. A maior fonte de devastação da floresta amazônica é a conversão da floresta em pastagens para gado e exploração de madeira.
Fonte: Agência Brasil
Notícias em destaque
Setor madeireiro brasileiro amplia alerta com crise global e defende diversificação de mercados
Exportações de madeira caem quase 30% em 2026 e especialistas apontam tarifas, geopolítica e custos logísticos como...
(GERAL)
Brasil expande manejo sustentável de florestas, diz ONU BR
A área florestal global diminuiu em mais de 40 milhões de hectares entre 2015 e 2025, de acordo com um novo relatório...
(MANEJO)
Exportações na cadeia moveleira reagem em fevereiro e março, mas fecham 1º trimestre abaixo de 2025
Em meio à reorganização dos mercados internacionais, “Conjuntura de Móveis – Abril/2026” apontou...
(MERCADO)
Florestas plantadas respondem por 94 por cento da madeira para fins industriais
A sociedade consome produtos provenientes de florestas todos os dias, e a presença da madeira pode ser constatada em produtos como...
(SETOR FLORESTAL)
Ibá anuncia banca de jurados de seu 3º Prêmio de Jornalismo
Roberto Waack, Carlos Aguiar e Vera Ondei compõem o júri da terceira edição; inscrições vão...
(EVENTOS)
A sustentabilidade da silvicultura e o envolvimento de toda a cadeia produtiva
A silvicultura brasileira alcançou um nível de desenvolvimento admirável. Evoluiu em produtividade, tecnologia,...
(SILVICULTURA)














