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Notícias
30
set
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
País deixa de desmatar 8 cidades de SP
O Brasil reduziu o desmatamento na Amazônia, de agosto de 2005 a julho de 2006, em 13 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 8,5 vezes a área da cidade de São Paulo. De acordo com especialistas, com isso foi evitada a emissão de 410 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, um dos principais gases que provocam o aquecimento global. A derrubada de matas responde por 75% das emissões brasileiras e coloca o País entre os quatro maiores poluidores mundiais.
Também no período de um ano, projetos de mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL) deixaram de lançar no ar 27,5 milhões de toneladas de CO2 ou seu equivalente em outros gases-estufa. Em sete anos, primeiro período de atividade do MDL previsto no Protocolo de Quioto, o País deverá deixar de lançar na atmosfera, somente com os 240 projetos desenvolvidos até hoje, 209,9 milhões de toneladas de CO2, ou seja, mais da metade do já evitou com o desmatamento. Em outras palavras, empreendimentos que buscam o desenvolvimento limpo e sustentável segundo os princípios de Quioto deixarão de emitir poluentes equivalentes à derruba de 300 milhões de árvores ou uma área quatro vezes a cidade de São Paulo.
E os projetos de MDL estão concentrados exatamente fora das áreas mais florestadas do País. O Estado de São Paulo lidera, com 26% dos projetos, seguido de Minas Gerais (14%), Rio Grande do Sul e Mato Grosso (9% cada), Santa Catarina (7%), Paraná e Goiás (6% cada) e Rio de Janeiro (4%). Outros Estados ficam com os 19% restantes. A geração de energia, uma das principais preocupações mundiais e atividade que mais polui no mundo, lidera os MDLs nacionais (146), tendo evitado a emissão de 63 milhões de toneladas de CO2.
Também no período de um ano, projetos de mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL) deixaram de lançar no ar 27,5 milhões de toneladas de CO2 ou seu equivalente em outros gases-estufa. Em sete anos, primeiro período de atividade do MDL previsto no Protocolo de Quioto, o País deverá deixar de lançar na atmosfera, somente com os 240 projetos desenvolvidos até hoje, 209,9 milhões de toneladas de CO2, ou seja, mais da metade do já evitou com o desmatamento. Em outras palavras, empreendimentos que buscam o desenvolvimento limpo e sustentável segundo os princípios de Quioto deixarão de emitir poluentes equivalentes à derruba de 300 milhões de árvores ou uma área quatro vezes a cidade de São Paulo.
E os projetos de MDL estão concentrados exatamente fora das áreas mais florestadas do País. O Estado de São Paulo lidera, com 26% dos projetos, seguido de Minas Gerais (14%), Rio Grande do Sul e Mato Grosso (9% cada), Santa Catarina (7%), Paraná e Goiás (6% cada) e Rio de Janeiro (4%). Outros Estados ficam com os 19% restantes. A geração de energia, uma das principais preocupações mundiais e atividade que mais polui no mundo, lidera os MDLs nacionais (146), tendo evitado a emissão de 63 milhões de toneladas de CO2.
Fonte: DiárioNet
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