Voltar
Notícias
28
set
2007
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Produção de máquinas bate recorde
Apesar do câmbio desfavorável, tributação excessiva e da concorrência com os produtos chineses, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou em agosto recorde em receita, totalizando R$ 5,78 bilhões.
A cifra supera em 7,43% a marca anterior, obtida em agosto de 2005. No acumulado do ano, o faturamento do setor atingiu R$ 39,7 bilhões, alta de 11,7% na comparação com igual período do ano passado.
Dentre os 30 segmentos representados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o que apurou maior evolução foi o especializado em madeira, com crescimento de 84,8%, seguido pelo de válvulas industriais (36,1%) e máquinas agrícolas (35,8%). Na outra ponta, os equipamentos utilizados na indústria de plásticos tiveram retração de 1,2% e as máquinas-ferramenta de 0,6%.
De acordo com o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, estes são alguns dos setores que mais sofrem com a concorrência chinesa. "Há cinco anos a China não era nem o décimo colocado na nossa lista de importações. Atualmente, já ocupa a quarta posição", lamenta. Até o final de agosto, as importações cresceram 34,3% e atingiram US$ 9,7 bilhões.
Em relação às exportações, os dados da entidade apontam para alta de 18,7% sobre igual intervalo de 2006. No total, foram exportados US$ 6,4 bilhões. Os três principais destinos das máquinas produzidas no Brasil são: Estados Unidos, Argentina e México. Aubert destaca também a perda de 7,3% no total exportado para os EUA. No entanto, ainda não está clara a causa desta queda. "Ou é reflexo da crise que os americanos passam, ou eles estão trocando de fornecedor".
A alternativa, segundo ele, tem sido ampliar os negócios com os vizinhos sul-americanos. "Aumentamos em, no mínimo, 30% as exportações para Argentina, Peru, Colômbia e Venezuela", diz.
Outra iniciativa em debate na Abimaq é a criação de cooperativas para aumentar o poder de barganha das pequenas e médias empresas com os principais fornecedores. O presidente da associação voltou a pedir uma política industrial eficiente no país. "Estamos crescendo no vácuo da economia mundial", ressalta. Para ele, os resultados do real valorizado aparecerão daqui a dois ou três anos. "Este câmbio é ruim até para quem importa equipamentos, pois vale mais trazer o produto pronto".
A cifra supera em 7,43% a marca anterior, obtida em agosto de 2005. No acumulado do ano, o faturamento do setor atingiu R$ 39,7 bilhões, alta de 11,7% na comparação com igual período do ano passado.
Dentre os 30 segmentos representados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o que apurou maior evolução foi o especializado em madeira, com crescimento de 84,8%, seguido pelo de válvulas industriais (36,1%) e máquinas agrícolas (35,8%). Na outra ponta, os equipamentos utilizados na indústria de plásticos tiveram retração de 1,2% e as máquinas-ferramenta de 0,6%.
De acordo com o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, estes são alguns dos setores que mais sofrem com a concorrência chinesa. "Há cinco anos a China não era nem o décimo colocado na nossa lista de importações. Atualmente, já ocupa a quarta posição", lamenta. Até o final de agosto, as importações cresceram 34,3% e atingiram US$ 9,7 bilhões.
Em relação às exportações, os dados da entidade apontam para alta de 18,7% sobre igual intervalo de 2006. No total, foram exportados US$ 6,4 bilhões. Os três principais destinos das máquinas produzidas no Brasil são: Estados Unidos, Argentina e México. Aubert destaca também a perda de 7,3% no total exportado para os EUA. No entanto, ainda não está clara a causa desta queda. "Ou é reflexo da crise que os americanos passam, ou eles estão trocando de fornecedor".
A alternativa, segundo ele, tem sido ampliar os negócios com os vizinhos sul-americanos. "Aumentamos em, no mínimo, 30% as exportações para Argentina, Peru, Colômbia e Venezuela", diz.
Outra iniciativa em debate na Abimaq é a criação de cooperativas para aumentar o poder de barganha das pequenas e médias empresas com os principais fornecedores. O presidente da associação voltou a pedir uma política industrial eficiente no país. "Estamos crescendo no vácuo da economia mundial", ressalta. Para ele, os resultados do real valorizado aparecerão daqui a dois ou três anos. "Este câmbio é ruim até para quem importa equipamentos, pois vale mais trazer o produto pronto".
Fonte: Valor Econômico
Notícias em destaque
ALSV Drone Florestal aposta em novas aplicações para drones na silvicultura durante a Mais Floresta / ExpoRibas
Empresa apresenta soluções que ampliam o uso de drones para pulverização, adubação, controle de formigas...
(EVENTOS)
Vem aí a Expo Minas Florestal
De 19 a 21 de maio de 2026, o Parque de Exposições de Sete Lagoas, em Minas Gerais, sediará a Expo Minas Florestal, evento...
(EVENTOS)
A indústria madeireira sofre impacto negativo devido às tarifas.
De acordo com os resultados de uma pesquisa realizada pela Woodworking Network, as tarifas e a incerteza relacionada estão tendo um impacto...
(INTERNACIONAL)
ABIMÓVEL lança Guia Setorial das Indústrias do Mobiliário
E-book gratuito reúne informações estratégicas para a cadeia moveleira nacional e está disponível para...
(MÓVEIS)
Janeiro tem número de focos de calor duas vezes maior que a média
Inpe indica aumento de 46% em relação a 2025
O painel de monitoramento de focos de calor do Programa Queimadas, do Instituto...
(QUEIMADAS)
Bracell aprimora silvicultura de precisão e obtém ganho de 15 por cento na qualidade dos plantios na Bahia
Nova estratégia de manejo do eucalipto define janelas ideais de plantio por material genético e eleva o desempenho florestal no...
(SILVICULTURA)














