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Notícias
24
set
2007
(SETOR FLORESTAL)
Aluguel de floresta começa em Rondônia
O governo federal anunciou qual será a primeira floresta de aluguel do país. As concessões para a exploração de madeira em reservas públicas da Amazônia começarão no ano que vem, numa área de 90 mil hectares da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia. Se tudo correr como planejado, o primeiro contrato de exploração será assinado em março.
A decisão de começar por Rondônia contraria a expectativa de que as primeiras licitações aconteceriam na região da BR-163, no Pará, onde o governo criou o primeiro Distrito Florestal Sustentável do país.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a decisão de começar por Rondônia se deve aos índices de desmatamento do Estado, que estão aumentando --na contramão da média da devastação amazônica, que, se confirmada, será, em 2007, 30% inferior à de 2006. A expectativa é que, ao trazer empresas para explorar a madeira de forma sustentável, o governo iniba o corte ilegal (que abre caminho para o desmate).
Outro motivo foi o atraso na implantação do distrito da BR-163, causado principalmente pela greve do Ibama, no primeiro semestre. A greve impediu a realização dos estudos para o plano de gestão da área no Pará.
"A Flona do Jamari já era uma área prioritária para o manejo muito antes da Lei de Florestas Públicas. Além disso, tem uma logística muito boa", explica Tasso Azevedo, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro. A floresta de Rondônia está a 13 quilômetros da rodovia BR-364, que é asfaltada. A BR-163 não é pavimentada.
Segundo Azevedo, as concessões na região da BR-163 acontecerão na segunda rodada do processo, ainda em 2008.
No lote disponibilizado ontem constam três unidades de manejo localizadas na Flona.
Serão três tamanhos diferentes: 45 mil, 30 mil e 15 mil hectares. Cada área só poderá ser explorada por empresas brasileiras, que assinarão contratos com prazos de até 40 anos e um ciclo de corte de 30 anos: uma área explorada precisará passar três décadas se regenerando antes de um novo corte.
Nenhuma empresa poderá explorar mais de uma unidade de manejo, medida que serve "para evitar a concentração econômica", segundo Azevedo.
A decisão de começar por Rondônia contraria a expectativa de que as primeiras licitações aconteceriam na região da BR-163, no Pará, onde o governo criou o primeiro Distrito Florestal Sustentável do país.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a decisão de começar por Rondônia se deve aos índices de desmatamento do Estado, que estão aumentando --na contramão da média da devastação amazônica, que, se confirmada, será, em 2007, 30% inferior à de 2006. A expectativa é que, ao trazer empresas para explorar a madeira de forma sustentável, o governo iniba o corte ilegal (que abre caminho para o desmate).
Outro motivo foi o atraso na implantação do distrito da BR-163, causado principalmente pela greve do Ibama, no primeiro semestre. A greve impediu a realização dos estudos para o plano de gestão da área no Pará.
"A Flona do Jamari já era uma área prioritária para o manejo muito antes da Lei de Florestas Públicas. Além disso, tem uma logística muito boa", explica Tasso Azevedo, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro. A floresta de Rondônia está a 13 quilômetros da rodovia BR-364, que é asfaltada. A BR-163 não é pavimentada.
Segundo Azevedo, as concessões na região da BR-163 acontecerão na segunda rodada do processo, ainda em 2008.
No lote disponibilizado ontem constam três unidades de manejo localizadas na Flona.
Serão três tamanhos diferentes: 45 mil, 30 mil e 15 mil hectares. Cada área só poderá ser explorada por empresas brasileiras, que assinarão contratos com prazos de até 40 anos e um ciclo de corte de 30 anos: uma área explorada precisará passar três décadas se regenerando antes de um novo corte.
Nenhuma empresa poderá explorar mais de uma unidade de manejo, medida que serve "para evitar a concentração econômica", segundo Azevedo.
Fonte: Redação 24HorasNews
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