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Notícias
24
set
2007
(REFLORESTAMENTO)
Reflorestamento rende mesmas divisas que gado
Apesar de ocupar menos de 1% do território nacional, as florestas comerciais (áreas de reflorestamento) rendem ao Brasil cerca de R$ 10 bilhões por ano em exportações, mesmo valor que a atividade pecuária, que ocupa quase 20% do território brasileiro. Os dados são do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a partir de dados de 2006. “Os números mostram que a gente ocupa mal o solo. De cada 20 metros cúbicos de madeira vendidos no mundo, apenas um vem do Brasil, ou seja, ainda há muito espaço a ser conquistado no mercado florestal”, afirmou Tasso Azevedo, diretor-geral do SFB em entrevista à Rádio Nacional da Amazônia.
Segundo Azevedo, o reflorestamento com fins comerciais está crescendo e, em 2006, o Brasil plantou 1 bilhão de árvores, numa expansão de 627 mil hectares. Dados da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas (Abraf) mostram que o país tem 5,3 milhões de hectares de florestas comerciais, dos quais 3,5 milhões são plantações de eucalipto, de propriedade de grandes empresas produtoras de papel e celulose, por exemplo. Segundo o SFB, a participação dos pequenos produtores está crescendo e saltou de 8% em 2002 para cerca de 25% no ano passado.
Além de aumentar a participação dos pequenos produtores na atividade – a meta é chegar a 30%, – outro desafio apontado por Azevedo é estimular a utilização de espécies nativas. “Precisamos ampliar o plantio com espécies brasileiras, porque a maior parte do plantio feito atualmente no país é de eucalipto e Pinus [pinheiro], que não são espécies originárias do Brasil e, em algumas situações, não trazem os benefícios que a biodiversidade traz”, comentou.
Andiroba, tachi e jatobá são algumas das espécies sugeridas para a substituição, de acordo com o presidente do SFB. Segundo ele, “as espécies nativas do Brasil têm muito potencial, mas é preciso trabalhar a pesquisa sobre elas”. Para isso, está prevista uma parceria entre o SFB e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para viabilizar a construção do Centro Nacional de Silvicultura de Espécies da Amazônia, em Marabá (PA).
Segundo Azevedo, o reflorestamento com fins comerciais está crescendo e, em 2006, o Brasil plantou 1 bilhão de árvores, numa expansão de 627 mil hectares. Dados da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas (Abraf) mostram que o país tem 5,3 milhões de hectares de florestas comerciais, dos quais 3,5 milhões são plantações de eucalipto, de propriedade de grandes empresas produtoras de papel e celulose, por exemplo. Segundo o SFB, a participação dos pequenos produtores está crescendo e saltou de 8% em 2002 para cerca de 25% no ano passado.
Além de aumentar a participação dos pequenos produtores na atividade – a meta é chegar a 30%, – outro desafio apontado por Azevedo é estimular a utilização de espécies nativas. “Precisamos ampliar o plantio com espécies brasileiras, porque a maior parte do plantio feito atualmente no país é de eucalipto e Pinus [pinheiro], que não são espécies originárias do Brasil e, em algumas situações, não trazem os benefícios que a biodiversidade traz”, comentou.
Andiroba, tachi e jatobá são algumas das espécies sugeridas para a substituição, de acordo com o presidente do SFB. Segundo ele, “as espécies nativas do Brasil têm muito potencial, mas é preciso trabalhar a pesquisa sobre elas”. Para isso, está prevista uma parceria entre o SFB e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para viabilizar a construção do Centro Nacional de Silvicultura de Espécies da Amazônia, em Marabá (PA).
Fonte: Jornal da Mídia. Adaptado por Celulose Online.
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