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Notícias
18
set
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Setor madeireiro com dificuldades para exportar
Indústrias madeireiras do Nortão não estão conseguindo atender o mercado externo. Mesmo com boas ofertas de compra, muitos negócios tornam-se inviáveis devido a cotação do dólar, que vem se mantendo abaixo de R$ 2 nos últimos meses. No mês passado, registrou a melhor cotação do ano e alcançou R$ 2,09. Mas durou poucos dias e voltou ao patamar de R$ 1,90.
Segundo o presidente do Centro das Indústrias Madeireiras (Cipem), Jaldes Langer, outra dificuldade encontrada pelo setor é a falta de matéria-prima, que acaba inviabilizando alguns pedidos. “Depende do acabamento e especificações na largura, comprimento. Por exemplo, há alguns pedidos que temos dificuldades em encontrar madeira adequada e, quando o pedido é padrão, acaba tendo muitas sobras”, explicou.
Estas sobras atingem o caixa das indústrias já que parte da matéria-prima não utilizada. “Essa diferença acaba incluída no custo, por exemplo, de pisos de madeira, compensados”, completou o presidente.
Só Notícias apurou que, atualmente, o setor exporta cerca de 50% de sua produção local e responde por grande parte das negociações. Somente no ano passado, movimentou US$ 38 milhões (89% do volume total). No primeiro semestre deste ano, foi responsável por cerca de 63% do total, equivalente a US$24 milhões.
Em contra-partida, o cenário interno desponta com muita oferta de produto, inviável ao setor, já que os preços caem. A preocupação do setor aumenta quando se cogita no possível aumento da pauta da madeira.
Para Langer, mesmo com um mercado favorável, mais agilidade na liberação de planos de manejo pela Secretaria do Estado de Meio Ambiente (Sema) para retirada de toras, se houver aumento na pauta - usada pelo governo como base para cobrar ICMS (Imposto Circulação de Mercadorias e Servicos) sobre a venda de madeira serrada e beneficiada – o setor terá nova retaliação, perdendo competitividade no mercado.
Entidades já iniciaram as discussões com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para realinhar alguns preços e evitar novo reajuste. No início do ano, houve aumento de 22%.
Segundo o presidente do Centro das Indústrias Madeireiras (Cipem), Jaldes Langer, outra dificuldade encontrada pelo setor é a falta de matéria-prima, que acaba inviabilizando alguns pedidos. “Depende do acabamento e especificações na largura, comprimento. Por exemplo, há alguns pedidos que temos dificuldades em encontrar madeira adequada e, quando o pedido é padrão, acaba tendo muitas sobras”, explicou.
Estas sobras atingem o caixa das indústrias já que parte da matéria-prima não utilizada. “Essa diferença acaba incluída no custo, por exemplo, de pisos de madeira, compensados”, completou o presidente.
Só Notícias apurou que, atualmente, o setor exporta cerca de 50% de sua produção local e responde por grande parte das negociações. Somente no ano passado, movimentou US$ 38 milhões (89% do volume total). No primeiro semestre deste ano, foi responsável por cerca de 63% do total, equivalente a US$24 milhões.
Em contra-partida, o cenário interno desponta com muita oferta de produto, inviável ao setor, já que os preços caem. A preocupação do setor aumenta quando se cogita no possível aumento da pauta da madeira.
Para Langer, mesmo com um mercado favorável, mais agilidade na liberação de planos de manejo pela Secretaria do Estado de Meio Ambiente (Sema) para retirada de toras, se houver aumento na pauta - usada pelo governo como base para cobrar ICMS (Imposto Circulação de Mercadorias e Servicos) sobre a venda de madeira serrada e beneficiada – o setor terá nova retaliação, perdendo competitividade no mercado.
Entidades já iniciaram as discussões com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para realinhar alguns preços e evitar novo reajuste. No início do ano, houve aumento de 22%.
Fonte: Só notícias
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