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Notícias
17
set
2007
(REFLORESTAMENTO)
Uso de madeira de florestas plantadas cresce 7% ao ano
Cresce em torno de 7% ao ano, no Espírito Santo, a procura por madeira proveniente de florestas plantadas. A escassez de madeira de lei das florestas nativas e o rigor da legislação voltada para a preservação do que ainda resta de Mata Atlântica estão ampliando as oportunidades de negócios com madeira de floresta plantada. E o eucalipto é a variedade que mais se destaca.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Preservadores de Madeira (ABPM), José Anthero Bragatto, o eucalipto é muito demandado para atender aos setores de ferrovia, siderurgia, eletrificação rural, indústria moveleira e também para a produção de carvão. Além da celulose.
Utilização: Com a dificuldade de conseguir madeira das florestas nativas, as toras de eucalipto estão sendo usadas como dormentes para as ferrovias. Os estrados e calços de madeira para embalar as bobinas de aço que são embarcadas nos navios também são feitos de eucalipto.
O programa Luz no Campo voltou a estimular o uso de postes de madeira e o eucalipto é a bola da vez. Os postes de concreto, destaca Bragatto, não são utilizados para a eletrificação de áreas de difícil acesso porque, além de mais pesados, sofrem avarias no transporte. O carvão utilizado nas siderurgias também é feito com madeira de eucalipto. Na indústria moveleira também cresce a fabricação de móveis diversos com madeira de eucalipto. No Brasil, segundo dados da ABPM, o consumo de madeira tratada é de 1 milhão de metros cúbicos por ano.
No Estado, o consumo é de 4.000 m3 por mês. Para os mourões utilizados nas cercas, são destinados 60% da madeira tratada. O mercado ferroviário e de eletrificação rural consomem 30% da madeira tratada (15% cada). O setor moveleiro e a construção civil consomem 10%.
No Brasil existem 250 empresas que atuam ramo de madeira tratada, sendo dez delas no Espírito Santo. O setor gera 3.500 empregos diretos no país e 300 no Estado.
No final do mês passado, a ABPM assinou com o Instituto Ethos o pacto para combater o trabalho escravo no país. As empresas do setor reforçaram a luta em defesa da legalidade trabalhista e ambiental.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Preservadores de Madeira (ABPM), José Anthero Bragatto, o eucalipto é muito demandado para atender aos setores de ferrovia, siderurgia, eletrificação rural, indústria moveleira e também para a produção de carvão. Além da celulose.
Utilização: Com a dificuldade de conseguir madeira das florestas nativas, as toras de eucalipto estão sendo usadas como dormentes para as ferrovias. Os estrados e calços de madeira para embalar as bobinas de aço que são embarcadas nos navios também são feitos de eucalipto.
O programa Luz no Campo voltou a estimular o uso de postes de madeira e o eucalipto é a bola da vez. Os postes de concreto, destaca Bragatto, não são utilizados para a eletrificação de áreas de difícil acesso porque, além de mais pesados, sofrem avarias no transporte. O carvão utilizado nas siderurgias também é feito com madeira de eucalipto. Na indústria moveleira também cresce a fabricação de móveis diversos com madeira de eucalipto. No Brasil, segundo dados da ABPM, o consumo de madeira tratada é de 1 milhão de metros cúbicos por ano.
No Estado, o consumo é de 4.000 m3 por mês. Para os mourões utilizados nas cercas, são destinados 60% da madeira tratada. O mercado ferroviário e de eletrificação rural consomem 30% da madeira tratada (15% cada). O setor moveleiro e a construção civil consomem 10%.
No Brasil existem 250 empresas que atuam ramo de madeira tratada, sendo dez delas no Espírito Santo. O setor gera 3.500 empregos diretos no país e 300 no Estado.
No final do mês passado, a ABPM assinou com o Instituto Ethos o pacto para combater o trabalho escravo no país. As empresas do setor reforçaram a luta em defesa da legalidade trabalhista e ambiental.
Fonte: Jornal A Gazeta - Globo.com
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