Voltar
Notícias
14
set
2007
(MEIO AMBIENTE)
Estudo aponta principais causas das mudanças climáticas
O estudo Vital Signs 2007-2008, do Worldwatch Institute, levanta 44 tendências que apontam para uma urgente necessidade de mudança no consumo de energia e de outros recursos que estariam contribuindo para a crise ambiental. Os EUA, o maior poluidor,sendo responsável por 21% das emissões globais resultantes da queima de combustíveis fósseis em 2005, deveria ser o primeiro a alterar suas políticas, afirma o relatório.
Segundo o diretor do projeto Vital Signs, Erik Assadourian, a Europa, que já sofre os efeitos das mudanças climáticas, deveria colocar pressão para que os EUA se junte às negociações internacionais sobre o clima.
"O mundo está ficando sem tempo para frear as mudanças climáticas que serão catastróficas e é essencial que a Europa e o resto da comunidade internacional forcem os EUA a reverem suas políticas ambientais", disse Assadourian nesta terça, em Barcelona, no lançamento do Vital Signs.
"Os EUA devem ser responsáveis pelas suas emissões, o dobro per capita dos europeus, e também deveriam se comprometer em reduzir em 80% essas emissões até 2050", acrescentou o diretor.
Neste verão, a União Européia se tornou uma vitrine de como o mundo será transformado pelas mudanças climáticas; incluindo incêndios na Grécia e nas Ilhas Canárias, imundações na Inglaterra e ondas de calor por todo o continente.
Segundo o diretor do projeto Vital Signs, Erik Assadourian, a Europa, que já sofre os efeitos das mudanças climáticas, deveria colocar pressão para que os EUA se junte às negociações internacionais sobre o clima.
"O mundo está ficando sem tempo para frear as mudanças climáticas que serão catastróficas e é essencial que a Europa e o resto da comunidade internacional forcem os EUA a reverem suas políticas ambientais", disse Assadourian nesta terça, em Barcelona, no lançamento do Vital Signs.
"Os EUA devem ser responsáveis pelas suas emissões, o dobro per capita dos europeus, e também deveriam se comprometer em reduzir em 80% essas emissões até 2050", acrescentou o diretor.
Neste verão, a União Européia se tornou uma vitrine de como o mundo será transformado pelas mudanças climáticas; incluindo incêndios na Grécia e nas Ilhas Canárias, imundações na Inglaterra e ondas de calor por todo o continente.
Fonte: Worldwatch Institute
Notícias em destaque
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)
Mobiliário modular feito com painéis de grama.
O banco Clique Luxe do Studio TK, desenhado por Mario Ruiz, apresenta painéis estruturais à base de grama da Plantd como componentes...
(GERAL)
Exportações de móveis recuam, enquanto suprimentos produtivos avançam no acumulado do ano
O comércio exterior da cadeia de móveis brasileira atravessou o segundo trimestre de 2026 em um ambiente marcado por maior...
(EXPORTAÇÃO)
A produtividade florestal também depende do executor
Durante uma conversa entre profissionais do setor florestal, surgiu uma pergunta interessante:
— Depois de tantos anos acompanhando a...
(SILVICULTURA)
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e armazena até 4.500 litros de água no próprio tronco, virando fonte de vida da comunidade
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e...
(GERAL)
Como avaliar produtividade florestal
Um povoamento com bom fechamento de copa nem sempre entrega o melhor resultado econômico. Em campo, a diferença entre uma floresta...
(GERAL)














