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Notícias
25
ago
2007
(MEIO AMBIENTE)
Combate ao efeito estufa requer países em desenvolvimento
Mais de dois terços dos cortes na emissão dos gases causadores do efeito estufa necessários até 2030, na luta pela melhora do clima, terão de vir dos países em desenvolvimento, disse a ONU - Organização das Nações Unidas.
Até 2030, o mundo vai precisar gastar bilhões de dólares anualmente para lutar contra a mudança climática, disse relatório da ONU sobre "resposta internacional apropriada para mudança climática".
"Não é apenas uma questão de jogar mais dinheiro no problema", disse o chefe de mudança climática da ONU, Yvo de Boer.
"(É) incrivelmente importante colocar em prática medidas e políticas que guiem esses investimentos na direção correta."
O relatório afirma que as emissões devem cair nos próximos 25 anos para os níveis de 2004. Cerca de 68% dos cortes nas emissões devem acontecer nos países em desenvolvimento, acrescentou.
A luta contra o aquecimento global tem duas partes: cortar a emissão de gases causadores do efeito estufa e a preparação para a mudança climática que, agora, é inevitável.
Somente o corte da emissão de gases causadores do efeito estufa vai consumir US$ 210 bilhões anualmente até 2030, por meio de medidas como o investimento em eficiência energética e energia renovável com baixo índice de carbono.
As emissões de dióxido de carbono estão crescendo, em grande parte, por causa dos países em desenvolvimento como China e Índia, que alimentam o rápido crescimento econômico por meio da queima de carvão.
A China provavelmente vai superar os EUA como maior emissor de carbono no mundo este ano, se já não ultrapassou, dizem analistas.
A resposta é tanto a ajuda internacional para os países mais pobres do mundo, como a eliminação de políticas domésticas que favoreçam o uso de combustíveis fósseis sobre fontes renováveis, informou o relatório da ONU.
Outra solução seria a troca de créditos de carbono, por meio do qual os países ricos atingem seus objetivos de emissão de gases comprando créditos dos países em desenvolvimento.
O relatório de quinta-feira estima que a troca de créditos de carbono pode significar um corte entre 400 milhões e 6 bilhões de toneladas de gases causadores do efeito estufa ao ano até 2030.
Atualmente, somente a Alemanha, maior economia da Europa, tem emissões anuais de 1 bilhão de toneladas de gases.
Até 2030, o mundo vai precisar gastar bilhões de dólares anualmente para lutar contra a mudança climática, disse relatório da ONU sobre "resposta internacional apropriada para mudança climática".
"Não é apenas uma questão de jogar mais dinheiro no problema", disse o chefe de mudança climática da ONU, Yvo de Boer.
"(É) incrivelmente importante colocar em prática medidas e políticas que guiem esses investimentos na direção correta."
O relatório afirma que as emissões devem cair nos próximos 25 anos para os níveis de 2004. Cerca de 68% dos cortes nas emissões devem acontecer nos países em desenvolvimento, acrescentou.
A luta contra o aquecimento global tem duas partes: cortar a emissão de gases causadores do efeito estufa e a preparação para a mudança climática que, agora, é inevitável.
Somente o corte da emissão de gases causadores do efeito estufa vai consumir US$ 210 bilhões anualmente até 2030, por meio de medidas como o investimento em eficiência energética e energia renovável com baixo índice de carbono.
As emissões de dióxido de carbono estão crescendo, em grande parte, por causa dos países em desenvolvimento como China e Índia, que alimentam o rápido crescimento econômico por meio da queima de carvão.
A China provavelmente vai superar os EUA como maior emissor de carbono no mundo este ano, se já não ultrapassou, dizem analistas.
A resposta é tanto a ajuda internacional para os países mais pobres do mundo, como a eliminação de políticas domésticas que favoreçam o uso de combustíveis fósseis sobre fontes renováveis, informou o relatório da ONU.
Outra solução seria a troca de créditos de carbono, por meio do qual os países ricos atingem seus objetivos de emissão de gases comprando créditos dos países em desenvolvimento.
O relatório de quinta-feira estima que a troca de créditos de carbono pode significar um corte entre 400 milhões e 6 bilhões de toneladas de gases causadores do efeito estufa ao ano até 2030.
Atualmente, somente a Alemanha, maior economia da Europa, tem emissões anuais de 1 bilhão de toneladas de gases.
Fonte: Estadão Online
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