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Notícias
21
ago
2007
(MATO GROSSO)
Programa no MT garante processamento de celulose
O Estado de Mato Grosso (MT) pode ganhar em breve um programa reflorestamento nas áreas marginais das estradas estaduais. Dessa forma, o Estado poderá, a curto e médio prazos, aumentar sua oferta de madeira industrial e fixar permanentemente sua mão-de-obra no campo com distribuição de renda, gerando dessa forma atividades econômicas florestais que viabilizem a mentalidade da silvicultura como atividade principal do Mato Grosso.
A medida, proposta pelo deputado Wagner Ramos (PR), é ativar as margens das rodovias estaduais que estejam sem perspectivas de utilização imediata. Um projeto do parlamentar explica que, a partir da observação de critérios técnicos, essas áreas específicas podem ser cedidas – em comodato não oneroso e de prazo determinado – aos trabalhadores que possuam comprovadas vocações florestal e agrícola, conforme sua capacidade social, em consórcio gerido pelas unidades sociais e empresariais rurais organizadas.
A idéia, segundo Ramos, é que sejam implantadas florestas de essências exóticas e de rápido crescimento para fins de futura produção de carvão vegetal – consorciadas com agricultura e dentro da capacidade possível – sem que isto resulte em periculosidade ao tráfego de veículos e reservando os acostamentos para a finalidade básica.
Esse programa será vinculado à Sinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura) e terá como política prioritária a transformação das margens disponíveis das estradas estaduais em pequenas fazendas florestais.
O deputado esclareceu, ainda, que – como propriedade do Estado – essas áreas marginais podem ser cedidas em comodato a trabalhadores sem ocupação. Esses trabalhadores cultivarão florestas, consorciadas com plantios de outros produtos de curto ciclo – em seu benefício – assim como a matéria prima florestal. A meta é que o esse mecanismo gere atividade econômica, assentamento de famílias por longo prazo e atividades de plantio de florestas nas propriedades privadas vizinhas.
A medida, proposta pelo deputado Wagner Ramos (PR), é ativar as margens das rodovias estaduais que estejam sem perspectivas de utilização imediata. Um projeto do parlamentar explica que, a partir da observação de critérios técnicos, essas áreas específicas podem ser cedidas – em comodato não oneroso e de prazo determinado – aos trabalhadores que possuam comprovadas vocações florestal e agrícola, conforme sua capacidade social, em consórcio gerido pelas unidades sociais e empresariais rurais organizadas.
A idéia, segundo Ramos, é que sejam implantadas florestas de essências exóticas e de rápido crescimento para fins de futura produção de carvão vegetal – consorciadas com agricultura e dentro da capacidade possível – sem que isto resulte em periculosidade ao tráfego de veículos e reservando os acostamentos para a finalidade básica.
Esse programa será vinculado à Sinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura) e terá como política prioritária a transformação das margens disponíveis das estradas estaduais em pequenas fazendas florestais.
O deputado esclareceu, ainda, que – como propriedade do Estado – essas áreas marginais podem ser cedidas em comodato a trabalhadores sem ocupação. Esses trabalhadores cultivarão florestas, consorciadas com plantios de outros produtos de curto ciclo – em seu benefício – assim como a matéria prima florestal. A meta é que o esse mecanismo gere atividade econômica, assentamento de famílias por longo prazo e atividades de plantio de florestas nas propriedades privadas vizinhas.
Fonte: O Documento / Adaptado por Celulose OnLine
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