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Notícias
18
ago
2007
(GERAL)
Madeireiras precisam de estoques e Cipem cobra Sema
Sindicatos da base florestal aguardam um posicionamento do secretário de Estado de Meio Ambiente, Luiz Daldegan, sobre a criação de uma força-tarefa para análise e liberação de planos de manejo, autorizando a retirada de matéria-prima pelas indústrias do setor. A cobrança está sendo reforçada pelo Cipem – Centro das Indústrias Produtoras Exportadoras de Madeira.
O presidente Jaldes Langer disse, ao Só Notícias, que esperam medidas urgentes pela pasta para que as empresas consigam fazer estoques antes do período chuvoso. “Esta é a nossa maior ansiedade. Esperamos que libere parte dos projetos antes do período chuvoso”, salientou.
Langer acrescentou que, a alegação da secretaria, para a morosidade na liberação, é a falta de documentos e pendências nos projetos. “Toda vez é a mesma desculpa”, criticou. Segundo ele, algumas mudanças internas, nas superintendências, já estariam sendo feitas para dar mais agilidade na análise e aprovação dos projetos. “Quero ser otimista e que se agilize na prática”, ponderou.
O Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Mato Grosso – Sindusmad – também está acompanhando o processo e anunciou que é necessário pressionar o órgão, já que os problemas vem se mantendo desde o ano passado, quando a Sema assumiu a gestão florestal no Estado.
Uma reunião está marcada para o final do mês, com representantes de sindicatos de todo o Estado, para avaliar as negociações e resultados obtidos.
Recentemente, o secretário Luiz Daldegan informou que, dos 507 planos protocolizados na Sema, menos de 50%, apenas 240, foram aprovados. A atividade madeireira é responsável pela movimentação econômica e social de mais de 40 municípios da região Norte.
O presidente Jaldes Langer disse, ao Só Notícias, que esperam medidas urgentes pela pasta para que as empresas consigam fazer estoques antes do período chuvoso. “Esta é a nossa maior ansiedade. Esperamos que libere parte dos projetos antes do período chuvoso”, salientou.
Langer acrescentou que, a alegação da secretaria, para a morosidade na liberação, é a falta de documentos e pendências nos projetos. “Toda vez é a mesma desculpa”, criticou. Segundo ele, algumas mudanças internas, nas superintendências, já estariam sendo feitas para dar mais agilidade na análise e aprovação dos projetos. “Quero ser otimista e que se agilize na prática”, ponderou.
O Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Mato Grosso – Sindusmad – também está acompanhando o processo e anunciou que é necessário pressionar o órgão, já que os problemas vem se mantendo desde o ano passado, quando a Sema assumiu a gestão florestal no Estado.
Uma reunião está marcada para o final do mês, com representantes de sindicatos de todo o Estado, para avaliar as negociações e resultados obtidos.
Recentemente, o secretário Luiz Daldegan informou que, dos 507 planos protocolizados na Sema, menos de 50%, apenas 240, foram aprovados. A atividade madeireira é responsável pela movimentação econômica e social de mais de 40 municípios da região Norte.
Fonte: Só notícias
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