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Notícias
14
ago
2007
(INDÚSTRIA)
Participação da indústria no PIB cai nos últimos anos
O saldo da balança comercial da indústria brasileira caiu mais de 11% em relação ao 1º semestre do ano passado, é o que mostra o trabalho sobre indústria brasileira e taxa de câmbio desenvolvido pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).
O estudo, na Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), detectou que a participação da indústria no PIB vem caindo. Na década de 80, representava cerca de 45%, já no período de 2001 a 2005, o índice caiu para 22%.
"Estamos passando por um período de ajuste estrutural, com perda da importância relativa da indústrias na economia brasileira", explica o economista chefe do IEDI, Edgard Antonio Pereira. Os setores de maior intensidade tecnológica, fabricantes de produtos eletroeletrônicos, contribuíram para o resultado negativo do saldo, pois seu déficit estaria ampliando.
Segundo o economista, essa queda se deve a um conjunto de diversos fatores, como um baixo nível de renda per capita e a valorização da taxa de câmbio. O valor estimado do desalinhamento da taxa de câmbio real efetiva é de 16,3% no segundo trimestre de 2007. Conforme o estudo, a taxa é essencial na definição dos custos e rentabilidade da produção industrial. Pereira diz que apesar do crescimento da produção industrial, a agregação de valor não cresce e o processo de adaptação das indústrias ao novo quadro gera uma perda gradativa.
O estudo, na Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), detectou que a participação da indústria no PIB vem caindo. Na década de 80, representava cerca de 45%, já no período de 2001 a 2005, o índice caiu para 22%.
"Estamos passando por um período de ajuste estrutural, com perda da importância relativa da indústrias na economia brasileira", explica o economista chefe do IEDI, Edgard Antonio Pereira. Os setores de maior intensidade tecnológica, fabricantes de produtos eletroeletrônicos, contribuíram para o resultado negativo do saldo, pois seu déficit estaria ampliando.
Segundo o economista, essa queda se deve a um conjunto de diversos fatores, como um baixo nível de renda per capita e a valorização da taxa de câmbio. O valor estimado do desalinhamento da taxa de câmbio real efetiva é de 16,3% no segundo trimestre de 2007. Conforme o estudo, a taxa é essencial na definição dos custos e rentabilidade da produção industrial. Pereira diz que apesar do crescimento da produção industrial, a agregação de valor não cresce e o processo de adaptação das indústrias ao novo quadro gera uma perda gradativa.
Fonte: Danielle Fonseca - Panoramabrasil
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