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Notícias
13
ago
2007
(LOGÍSTICA)
Privatização é a saída para os portos
Gargalos como a falta de dragagem, burocracia excessiva, inércia do modelo de gestão portuária, impasse nas relações capital-trabalho e o grevismo de servidores públicos poderiam ser resolvidos com "determinação política", avalia o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli.
"O setor público que não consegue administrar os presídios não vai conseguir administrar portos", enfatizou. Para uma boa gestão portuária, destacou "é preciso ter conhecimento do mercado internacional, de logística e ter ousadia".
O presidente da ABTP esteve ontem em Vitória, onde fez palestra sobre logística portuária no país, a convite da Câmara de Comércio Americana do Espírito Santo (AmCham-ES). A câmara, que tem 350 associados, está completando nove anos de atividades no Estado.
A ABTP reúne empresas detentoras ou administradoras de terminais. O excesso de burocracia, associado ao modelo ultrapassado de gestão portuária, segundo Manteli, são problemas que poderiam ser resolvidos com vontade política.
Como exemplo da burocracia que engessa, que atrapalha, apontou a falta de licitação para arrendamento de terminais públicos à iniciativa privada. Segundo ele, há sete anos não são realizadas licitações, um período considerado muito longo.
A burocracia, disse o presidente da ABTP, "matou muitos projetos interessantes nesse país". O excesso de burocracia, a falta de determinação e a falta de planejamento segundo Manteli são problemas graves e que atrapalham o desenvolvimento do país e produzem situações constrangedoras, como o apagão aéreo.
E alertou: "Se os problemas não forem resolvidos o caos vai chegar aos portos".
O modelo, ultrapassado, das companhias docas não funciona e atrapalha o desenvolvimento dos portos e a solução rápida para os problemas que surgem, diz. Na opinião de Manteli, a alternativa seria a substituição das docas por um modelo paraestatal, uma empresa com autonomia administrativa e financeira.
Manteli disse que "a sociedade precisa ter a coragem, que tinha e perdeu, de defender a privatização para que o país possa crescer".
"O setor público que não consegue administrar os presídios não vai conseguir administrar portos", enfatizou. Para uma boa gestão portuária, destacou "é preciso ter conhecimento do mercado internacional, de logística e ter ousadia".
O presidente da ABTP esteve ontem em Vitória, onde fez palestra sobre logística portuária no país, a convite da Câmara de Comércio Americana do Espírito Santo (AmCham-ES). A câmara, que tem 350 associados, está completando nove anos de atividades no Estado.
A ABTP reúne empresas detentoras ou administradoras de terminais. O excesso de burocracia, associado ao modelo ultrapassado de gestão portuária, segundo Manteli, são problemas que poderiam ser resolvidos com vontade política.
Como exemplo da burocracia que engessa, que atrapalha, apontou a falta de licitação para arrendamento de terminais públicos à iniciativa privada. Segundo ele, há sete anos não são realizadas licitações, um período considerado muito longo.
A burocracia, disse o presidente da ABTP, "matou muitos projetos interessantes nesse país". O excesso de burocracia, a falta de determinação e a falta de planejamento segundo Manteli são problemas graves e que atrapalham o desenvolvimento do país e produzem situações constrangedoras, como o apagão aéreo.
E alertou: "Se os problemas não forem resolvidos o caos vai chegar aos portos".
O modelo, ultrapassado, das companhias docas não funciona e atrapalha o desenvolvimento dos portos e a solução rápida para os problemas que surgem, diz. Na opinião de Manteli, a alternativa seria a substituição das docas por um modelo paraestatal, uma empresa com autonomia administrativa e financeira.
Manteli disse que "a sociedade precisa ter a coragem, que tinha e perdeu, de defender a privatização para que o país possa crescer".
Fonte: A Gazeta/ Vitória,ES/Rita Bridi
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