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Notícias
08
ago
2007
(BIOENERGIA)
Votorantim estuda transformar eucalipto em etanol
"A fábrica que está sendo construída em Três Lagoas também poderá produzir etanol a partir da celulose". A afirmação é do presidente da Votorantim Celulose e Papel (VCP), José Luciano Penido, conforme nota publicada na coluna Holofote, da revista Veja desta semana. Quando entrar em operação, a fábrica de Três Lagoas terá a capacidade de produzir 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano. Desta produção, 70% será destinada à exportação e o restante, 30% , será para a fábrica de papel da International Paper, que também está sendo construída na cidade.
A coluna destaca ainda que a VCP, para prosseguir com o projeto de produzir etanol, teria que comprar cerca de 20 mil hectares de terra contínua, numa região ocupada por cana e gado. Especialistas mostram que na região do Bolsão ainda há grandes áreas disponíveis para expansão da VCP, uma vez que a plantação da cana-de-açucar não atinge níveis que possam ser considerados importantes.
Como exemplo, eles citam duas cidades próximas a Três Lagoas: Brasilândia e Bataguassu. Em Brasilândia o cultivo de cana não é representativo, já que a sua produção é apenas para atender à demanda da Usina Debrasa. Já em Bataguassu, o grupo Itamaraty está investindo na construção de uma usina para produção de açúcar e álcool, mas também não irá comprometer qualquer projeto de expansão da empresa do grupo Votorantim.
Na questão da extensão de terras, necessária para expansão do projeto, cerca de 20 mil hectares, os especialistas também apontam para sua viabilidade de aplicação. Eles afirmam que há disponibilidade e isto já foi detectado pela VCP durante os estudos de viabilidade para implantação da unidade em Três Lagoas.
Outro argumento é que a proposta da VCP é muito mais atrativa sob a ótica do meio-ambiente. A produção de cana-de-açucar é extremamente comprometedora, apesar das posições em contrário, especialmente no período das queimadas, enquanto o reflorestamento de eucalipto não apresenta problema semelhante.
A coluna destaca ainda que a VCP, para prosseguir com o projeto de produzir etanol, teria que comprar cerca de 20 mil hectares de terra contínua, numa região ocupada por cana e gado. Especialistas mostram que na região do Bolsão ainda há grandes áreas disponíveis para expansão da VCP, uma vez que a plantação da cana-de-açucar não atinge níveis que possam ser considerados importantes.
Como exemplo, eles citam duas cidades próximas a Três Lagoas: Brasilândia e Bataguassu. Em Brasilândia o cultivo de cana não é representativo, já que a sua produção é apenas para atender à demanda da Usina Debrasa. Já em Bataguassu, o grupo Itamaraty está investindo na construção de uma usina para produção de açúcar e álcool, mas também não irá comprometer qualquer projeto de expansão da empresa do grupo Votorantim.
Na questão da extensão de terras, necessária para expansão do projeto, cerca de 20 mil hectares, os especialistas também apontam para sua viabilidade de aplicação. Eles afirmam que há disponibilidade e isto já foi detectado pela VCP durante os estudos de viabilidade para implantação da unidade em Três Lagoas.
Outro argumento é que a proposta da VCP é muito mais atrativa sob a ótica do meio-ambiente. A produção de cana-de-açucar é extremamente comprometedora, apesar das posições em contrário, especialmente no período das queimadas, enquanto o reflorestamento de eucalipto não apresenta problema semelhante.
Fonte: Correio do Estado. Adaptado por Celulose Online.
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