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Notícias
02
ago
2007
(EXPORTAÇÃO)
Cotação do dólar ainda não reduziu fôlego das exportações
A queda na cotação do dólar a menos de R$ 2 está reduzindo o superávit da balança comercial, mas não o suficiente para comprometer o desempenho das exportações, afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Armando Meziat.
Apesar de tanto as exportações como as importações terem registrado recorde no último mês, as compras que o país faz no exterior crescem em ritmo superior ao das vendas para outros países. Isso resultou na desaceleração do superávit comercial, de US$ 3,815 bilhões em junho para US$ 3,347 bilhões em julho.
Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o superávit foi de US$ 5,659 bilhões, a queda é ainda maior. Nesse caso, porém, o secretário afirmou que a diferença se deve à normalização das exportações no início do segundo semestre do ano passado, após uma greve de funcionários da Receita Federal.
Meziat disse ainda que apesar do crescimento das importações, "ainda é cedo para falar em perda de fôlego das exportações". O ciclo de aumento das vendas externas começou em 2003.
O próprio ministério, no entanto, admite que as exportações devem crescer em ritmo menor em 2007, na comparação com 2006. A estimativa do ministério é de que as vendas para o exterior encerrem o ano com aumento de 12,5%, contra os 16,2% registrados no ano passado.Já as importações têm registrado sucessivos recordes, com taxas de crescimento superiores às das exportações. De janeiro a julho, as compras externas aumentaram em 27,9%, enquanto as exportações subiram 16,9%.Para o secretário de Comércio Exterior, o resultado das importações não surpreende, pois desde o ano passado elas vêm crescendo mais que as exportações. Segundo Armando Meziat, a verdadeira surpresa está nas vendas para o exterior. “As importações cresceram o que imaginávamos, mas as exportações têm superado as expectativas”, ressaltou.
Na avaliação dele, a manutenção do crescimento das exportações num cenário de dólar cotado a menos de R$ 2 pode ser explicada pelo maior investimento das empresas brasileiras em qualidade. “Desde 2003 o dólar está caindo, mas as exportações aumentaram porque os produtos nacionais se tornaram mais competitivos”, avaliou. Mas a médio prazo, advertiu, a cotação pode se tornar insustentável para as exportações: “As empresas podem estar chegando ao limite”.
Em relação às importações, o secretário disse que elas são benéficas para o país porque não se concentram nos bens de consumo. Segundo os números divulgados pelo ministério, os bens de capital (como máquinas) e as matérias-primas, que são processadas pelas indústrias brasileiras, responderam por 53,1% das compras externas entre janeiro e julho.
Apesar de tanto as exportações como as importações terem registrado recorde no último mês, as compras que o país faz no exterior crescem em ritmo superior ao das vendas para outros países. Isso resultou na desaceleração do superávit comercial, de US$ 3,815 bilhões em junho para US$ 3,347 bilhões em julho.
Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o superávit foi de US$ 5,659 bilhões, a queda é ainda maior. Nesse caso, porém, o secretário afirmou que a diferença se deve à normalização das exportações no início do segundo semestre do ano passado, após uma greve de funcionários da Receita Federal.
Meziat disse ainda que apesar do crescimento das importações, "ainda é cedo para falar em perda de fôlego das exportações". O ciclo de aumento das vendas externas começou em 2003.
O próprio ministério, no entanto, admite que as exportações devem crescer em ritmo menor em 2007, na comparação com 2006. A estimativa do ministério é de que as vendas para o exterior encerrem o ano com aumento de 12,5%, contra os 16,2% registrados no ano passado.Já as importações têm registrado sucessivos recordes, com taxas de crescimento superiores às das exportações. De janeiro a julho, as compras externas aumentaram em 27,9%, enquanto as exportações subiram 16,9%.Para o secretário de Comércio Exterior, o resultado das importações não surpreende, pois desde o ano passado elas vêm crescendo mais que as exportações. Segundo Armando Meziat, a verdadeira surpresa está nas vendas para o exterior. “As importações cresceram o que imaginávamos, mas as exportações têm superado as expectativas”, ressaltou.
Na avaliação dele, a manutenção do crescimento das exportações num cenário de dólar cotado a menos de R$ 2 pode ser explicada pelo maior investimento das empresas brasileiras em qualidade. “Desde 2003 o dólar está caindo, mas as exportações aumentaram porque os produtos nacionais se tornaram mais competitivos”, avaliou. Mas a médio prazo, advertiu, a cotação pode se tornar insustentável para as exportações: “As empresas podem estar chegando ao limite”.
Em relação às importações, o secretário disse que elas são benéficas para o país porque não se concentram nos bens de consumo. Segundo os números divulgados pelo ministério, os bens de capital (como máquinas) e as matérias-primas, que são processadas pelas indústrias brasileiras, responderam por 53,1% das compras externas entre janeiro e julho.
Fonte: Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil
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