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Notícias
29
jul
2007
(GERAL)
Aumenta a lista de países com fiscalização obrigatória no Porto de Santos
A ABRAFIT – Associação Brasileira das Empresas de Tratamento Fitossanitário e Quarentenário, informa que a partir do dia 30 de julho a lista de países que terão de apresentar requerimento para fiscalização de embalagens e suportes de madeira para exportação de mercadorias para o Brasil sofrerá alteração. Além da China, Coréias do Norte e do Sul, Taiwan, Hong Kong, Japão e EUA, também deverão ser fiscalizadas as mercadorias provenientes da Indonésia, Índia, Tailândia, Vietnam, Filipinas, Cingapura, Malásia e África do Sul, subindo para 14 a lista de países com fiscalização obrigatória.
O comunicado foi feito aos usuários do Porto Santos pelo chefe do Serviço de Vigilância Agropecuária de Santos (SVA), Orlando Prieto Júnior, já que esses países são considerados como críticos pelo MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, no que diz respeito ao risco de introdução de pragas quarentenárias no país.
De acordo com o Engenheiro Agrônomo e Diretor de Planejamento da ABRAFIT, João Luiz Duarte Alvarez, o chefe do SVA procura, dentro das limitações provocadas pelo reduzido corpo de Fiscais Federais Agropecuários lotados em Santos, minimizar os riscos de introdução de novas pragas, priorizando a fiscalização de cargas originárias de países que, ao seu ver, representam maior risco fitossanitário ao país. “Seria impossível cumprir em sua íntegra a Instrução Normativa 36, que aprova o Manual de Procedimentos Operacionais da Vigilância Agropecuária Internacional, com o quadro de fiscais federais existentes atualmente no Porto de Santos. Para cumpri-la seria necessário a fiscalização de algo em torno de 4.000 a 6.500 containeres por dia, pois a IN 36 em vigor não faz qualquer distinção entre os países que exportam para o Brasil. Uma opção para que as cargas fossem fiscalizadas em sua totalidade, reduzindo o risco de entrada de pragas no país, seria a volta dos serviços de apoio à fiscalização pelas empresas privadas credenciadas junto ao MAPA" ressalta João.
O comunicado foi feito aos usuários do Porto Santos pelo chefe do Serviço de Vigilância Agropecuária de Santos (SVA), Orlando Prieto Júnior, já que esses países são considerados como críticos pelo MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, no que diz respeito ao risco de introdução de pragas quarentenárias no país.
De acordo com o Engenheiro Agrônomo e Diretor de Planejamento da ABRAFIT, João Luiz Duarte Alvarez, o chefe do SVA procura, dentro das limitações provocadas pelo reduzido corpo de Fiscais Federais Agropecuários lotados em Santos, minimizar os riscos de introdução de novas pragas, priorizando a fiscalização de cargas originárias de países que, ao seu ver, representam maior risco fitossanitário ao país. “Seria impossível cumprir em sua íntegra a Instrução Normativa 36, que aprova o Manual de Procedimentos Operacionais da Vigilância Agropecuária Internacional, com o quadro de fiscais federais existentes atualmente no Porto de Santos. Para cumpri-la seria necessário a fiscalização de algo em torno de 4.000 a 6.500 containeres por dia, pois a IN 36 em vigor não faz qualquer distinção entre os países que exportam para o Brasil. Uma opção para que as cargas fossem fiscalizadas em sua totalidade, reduzindo o risco de entrada de pragas no país, seria a volta dos serviços de apoio à fiscalização pelas empresas privadas credenciadas junto ao MAPA" ressalta João.
Fonte: Juliana Lopes - juliana@suggestiva.com.br
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