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Notícias
18
jul
2007
(MADEIRA E PRODUTOS)
Tratamento de madeira pode ser alternativa para florestas
O crescimento dos setores ferroviário, do agronegócio, elétrico e da construção civil no país resulta em maior demanda por madeira. Isso faz com que, atualmente, 650 mil hectares de florestas sejam destruídas a cada ano e apenas 525 mil repostos. Para solucionar este déficit, que provoca o desaparecimento de 125 mil hectares por ano de árvores, especialistas apontam que uma das saídas seria aumentar o volume de madeira tratada no Brasil.
Segundo dados da Universidade Federal de Viçosa, apenas de 3% a 5% das madeiras comercializadas hoje no Brasil recebem tratamento adequado, antes de serem utilizadas. Já nos Estados Unidos, o maior fornecedor do mundo em produtos florestais com matas nativas preservadas, este índice chega próximo a 90%. Para o diretor de Assuntos Regulatórios, Coating e Preservação de Madeira da América Latina da Arch Química, Arnaldo Machado, esta situação é principalmente reflexo do preconceito quanto ao uso de madeira tratada, principalmente na construção civil, da falta de conhecimento dos usuários sobre as suas vantagens, do custo devido à falta de pronta oferta no mercado e de normas e especificações.
“O Brasil continua carente de informações e de adequadas normas técnicas. Vale notar que as normas estrangeiras adaptadas nem sempre são adequadas para situação nacional”, avaliou Arnaldo Machado
De acordo com diretor, o percentual de madeira tratada seguramente poderia levar a uma redução do aumento do uso de madeira nativa. Isso porque a madeira não-tratada pode durar de meses a poucos anos, dependendo da exposição ao ambiente, enquanto a preservada pode durar décadas, competindo, com vantagens de custo, com a madeira proveniente de fontes não-renováveis. Atualmente, a madeira tratada é usada basicamente para confecção de três produtos: postes, moirões e dormentes.
Segundo dados da Universidade Federal de Viçosa, apenas de 3% a 5% das madeiras comercializadas hoje no Brasil recebem tratamento adequado, antes de serem utilizadas. Já nos Estados Unidos, o maior fornecedor do mundo em produtos florestais com matas nativas preservadas, este índice chega próximo a 90%. Para o diretor de Assuntos Regulatórios, Coating e Preservação de Madeira da América Latina da Arch Química, Arnaldo Machado, esta situação é principalmente reflexo do preconceito quanto ao uso de madeira tratada, principalmente na construção civil, da falta de conhecimento dos usuários sobre as suas vantagens, do custo devido à falta de pronta oferta no mercado e de normas e especificações.
“O Brasil continua carente de informações e de adequadas normas técnicas. Vale notar que as normas estrangeiras adaptadas nem sempre são adequadas para situação nacional”, avaliou Arnaldo Machado
De acordo com diretor, o percentual de madeira tratada seguramente poderia levar a uma redução do aumento do uso de madeira nativa. Isso porque a madeira não-tratada pode durar de meses a poucos anos, dependendo da exposição ao ambiente, enquanto a preservada pode durar décadas, competindo, com vantagens de custo, com a madeira proveniente de fontes não-renováveis. Atualmente, a madeira tratada é usada basicamente para confecção de três produtos: postes, moirões e dormentes.
Fonte: Jornal do Commercio
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