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Notícias
16
jul
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Chile quer se tornar plataforma para exportações brasileiras
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebeu uma delegação empresarial chilena liderada pelo presidente da Sociedade de Fomento Fabril (Sofofa) - entidade representante das indústrias do Chile -, Bruno Philippi Irarrázabal, que pediu aos brasileiros que seu país se torne uma plataforma para o escoamento das exportações brasileiras a terceiros mercados.
Os governos dos dois países já articulam a construção e reforma de uma rodovia de dois mil quilômetros que parte de Cuiabá, Mato Grosso, e passa por Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, chegando aos portos chilenos de Arica e Iquique.
"Vamos mudar a geografia do América do Sul", disse o embaixador do Brasil no Chile, Mário Vilalva. Ele adiantou que os dois governos se reunirão, em 16 e 17 de agosto, para desenhar melhor o projeto e definir como mobilizar o setor privado e o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento, Econômico e Social (BNDES).
"Os governos já estão bem articulados, agora cabe aos empresários realizar uma interação maior", afirmou o vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto.
O fluxo de comércio entre os dois países, de quase U$ 7 bilhões, baseia-se no Acordo de Complementação Econômica (ACE-35), que oferece isenção tarifária para 97% dos produtos brasileiros. Tal medida facilitaria a entrada de produtos brasileiros em outros países, desde que definidas as regras de origem.
"O Chile é uma ponte entre o Atlântico e o Pacífico, o que facilita as exportações brasileiras", argumentou o presidente da Sofofa, Bruno Philippi Irarrázabal. "O Brasil também pode se beneficiar dos 18 acordos de livre comércio que mantém com diversos países, especialmente com a China", concluiu.
Os governos dos dois países já articulam a construção e reforma de uma rodovia de dois mil quilômetros que parte de Cuiabá, Mato Grosso, e passa por Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, chegando aos portos chilenos de Arica e Iquique.
"Vamos mudar a geografia do América do Sul", disse o embaixador do Brasil no Chile, Mário Vilalva. Ele adiantou que os dois governos se reunirão, em 16 e 17 de agosto, para desenhar melhor o projeto e definir como mobilizar o setor privado e o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento, Econômico e Social (BNDES).
"Os governos já estão bem articulados, agora cabe aos empresários realizar uma interação maior", afirmou o vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto.
O fluxo de comércio entre os dois países, de quase U$ 7 bilhões, baseia-se no Acordo de Complementação Econômica (ACE-35), que oferece isenção tarifária para 97% dos produtos brasileiros. Tal medida facilitaria a entrada de produtos brasileiros em outros países, desde que definidas as regras de origem.
"O Chile é uma ponte entre o Atlântico e o Pacífico, o que facilita as exportações brasileiras", argumentou o presidente da Sofofa, Bruno Philippi Irarrázabal. "O Brasil também pode se beneficiar dos 18 acordos de livre comércio que mantém com diversos países, especialmente com a China", concluiu.
Fonte: Fiesp
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