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Notícias
11
jul
2007
(GERAL)
Mandarim é a língua da vez nos negócios
Para negociar com o país que mais cresce no mundo, é preciso vencer um obstáculo: aprender o dialeto mais falado na China, o mandarim. Antes inexistente como curso nas universidades gaúchas, o mandarim figura agora ao lado de línguas tradicionais como inglês, espanhol e francês.
A China ocupa o terceiro lugar nas exportações do Estado. E o sexto nas importações. Em 2004, a Universidade de Caxias do Sul (UCS) foi pioneira no ensino da língua. Hoje, pelo menos cinco instituições na Região Metropolitana oferecem o curso.
- Começamos devido aos pedidos. Várias empresas têm contato com a China, e pessoas que trabalham nelas solicitaram o curso - diz a coordenadora do programa da UCS, Jocelia Pizzamiglo Basso.
O perfil dos alunos é diversificado: empresários, gerentes de banco, alunos de Comércio Exterior e universitários. Já há um grupo que concluiu os seis semestres do nível intermediário. Este ano, a UCS deve oferecer o curso de Chinês para Negócios.
Fora da Região Metropolitana, a necessidade de fluência da língua asiática também existe. E é ainda mais difícil encontrar pessoas com a qualificação. Em Ijuí, no noroeste do Estado, o empresário Sérgio Guilherme Etges quer um funcionário que responda por negociações diretas com a China, faça operações de importação, rastreamento de cargas e tradução de contratos e pedidos.
- Utilizo serviços de uma equipe de tradutores de Curitiba (PR), mas preferiria um funcionário próprio - diz Etges, proprietário da Ijuipet, empresa de embalagens plásticas.
Em institutos de idiomas do Vale do Sinos, pelo menos 80% do público que procura aprender a língua é do setor coureiro-calçadista. São profissionais que mantêm ou estão em vias de abrir negócios no Oriente e sabem das dificuldades de conquistar a confiança dos chineses.
A China ocupa o terceiro lugar nas exportações do Estado. E o sexto nas importações. Em 2004, a Universidade de Caxias do Sul (UCS) foi pioneira no ensino da língua. Hoje, pelo menos cinco instituições na Região Metropolitana oferecem o curso.
- Começamos devido aos pedidos. Várias empresas têm contato com a China, e pessoas que trabalham nelas solicitaram o curso - diz a coordenadora do programa da UCS, Jocelia Pizzamiglo Basso.
O perfil dos alunos é diversificado: empresários, gerentes de banco, alunos de Comércio Exterior e universitários. Já há um grupo que concluiu os seis semestres do nível intermediário. Este ano, a UCS deve oferecer o curso de Chinês para Negócios.
Fora da Região Metropolitana, a necessidade de fluência da língua asiática também existe. E é ainda mais difícil encontrar pessoas com a qualificação. Em Ijuí, no noroeste do Estado, o empresário Sérgio Guilherme Etges quer um funcionário que responda por negociações diretas com a China, faça operações de importação, rastreamento de cargas e tradução de contratos e pedidos.
- Utilizo serviços de uma equipe de tradutores de Curitiba (PR), mas preferiria um funcionário próprio - diz Etges, proprietário da Ijuipet, empresa de embalagens plásticas.
Em institutos de idiomas do Vale do Sinos, pelo menos 80% do público que procura aprender a língua é do setor coureiro-calçadista. São profissionais que mantêm ou estão em vias de abrir negócios no Oriente e sabem das dificuldades de conquistar a confiança dos chineses.
Fonte: Zero Hora
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