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Notícias
09
jul
2007
(ECONOMIA)
Câmbio é apenas um dos fatores que prejudicam competitividade
Apesar das críticas, a entidade aposta que a economia continuará em expansão no segundo semestre.
"Existe uma enormidade de medidas para ampliar a competição das empresas. A valorização do real frente ao dólar é apenas uma dela", afirmou Paulo Mol, da Unidade de Política Econômica da CNI.
Entre os fatores que podem ser combatidos e podem amenizar a valorização do real, ele citou a redução da carga tributária, a burocracia e um marco regulatório eficaz. "Toda medida de desoneração é bem-vinda."
Para a CNI, foi "surpreendente" o Banco Central ter revisto a previsão de expansão da economia de 4,1% para 4,7%. A entidade projeta 4,2% para o PIB (Produto Interno Bruto) deste ano. Uma nova revisão será feita só após a divulgação dos dados referentes ao segundo trimestre, o que irá ocorrer em setembro.
"A revisão do BC reflete todo esse quadro mais favorável que vem predominando há algum tempo, com juros em queda e expansão do crédito", acredita Mol. Para ele, não há motivos para acreditar em uma reversão desse cenário.
"Não vejo um processo de reversão. A produção está forte porque você tem uma demanda externa e interna, com a queda dos juros, aumento do crédito e expansão dos gastos públicos, que ajudam a aumentar a renda das famílias. São fatores que não devem se alterar no segundo semestre."
"Existe uma enormidade de medidas para ampliar a competição das empresas. A valorização do real frente ao dólar é apenas uma dela", afirmou Paulo Mol, da Unidade de Política Econômica da CNI.
Entre os fatores que podem ser combatidos e podem amenizar a valorização do real, ele citou a redução da carga tributária, a burocracia e um marco regulatório eficaz. "Toda medida de desoneração é bem-vinda."
Para a CNI, foi "surpreendente" o Banco Central ter revisto a previsão de expansão da economia de 4,1% para 4,7%. A entidade projeta 4,2% para o PIB (Produto Interno Bruto) deste ano. Uma nova revisão será feita só após a divulgação dos dados referentes ao segundo trimestre, o que irá ocorrer em setembro.
"A revisão do BC reflete todo esse quadro mais favorável que vem predominando há algum tempo, com juros em queda e expansão do crédito", acredita Mol. Para ele, não há motivos para acreditar em uma reversão desse cenário.
"Não vejo um processo de reversão. A produção está forte porque você tem uma demanda externa e interna, com a queda dos juros, aumento do crédito e expansão dos gastos públicos, que ajudam a aumentar a renda das famílias. São fatores que não devem se alterar no segundo semestre."
Fonte: Folha UOL
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