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Notícias
06
jul
2007
(BIOENERGIA)
Biocombustíveis produzirão "democratização"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na quinta-feira (05) que os biocombustíveis são a chave para promover a democratização no acesso à energia no mundo, reduzindo as desigualdades entre nações produtoras de energia e as consumidoras. De acordo com ele, hoje, apenas 20 países produzem energia para os cerca de 200 países do mundo.
“Com a adoção dos biocombustíveis, mais de 100 países poderão produzir energia, democratizando seu acesso. Estaremos reduzindo as assimetrias e desigualdades entre países consumidores e produtores de energia e prevenindo potenciais conflitos derivados da competição por recursos energéticos finitos”, explicou Lula, na Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, em Bruxelas, na Bélgica.Lula também cobrou coerência por parte dos países desenvolvidos que dizem querer combater o aquecimento global. Para Lula, não é possível que esses países imponham altas taxas de importação aos biocombustíveis se estão comprometidos com o meio ambiente.
Os mesmos governos que reiteram seus compromissos com o desenvolvimento sustentável e com a redução do efeito estufa não podem criar empecilhos para que os biocombustíveis se transformem em commodities (mercadorias negociadas em bolsas de mercadorias) internacionais. Não podem gravar suas importações com pesadas alíquotas, que não aplicam ao petróleo e ao gás”, afirmou Lula.
Segundo o presidente brasileiro, a solução está em incentivar o estabelecimento de um mercado internacional para o etanol e o biodiesel. Para tanto, é indispensável que os governos indiquem claramente ao setor privado sua decisão de fazer dos biocombustíveis um dos eixos prioritários de sua agenda energética e ambiental. “Não podemos emitir sinais contraditórios”, completou.
“Com a adoção dos biocombustíveis, mais de 100 países poderão produzir energia, democratizando seu acesso. Estaremos reduzindo as assimetrias e desigualdades entre países consumidores e produtores de energia e prevenindo potenciais conflitos derivados da competição por recursos energéticos finitos”, explicou Lula, na Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, em Bruxelas, na Bélgica.Lula também cobrou coerência por parte dos países desenvolvidos que dizem querer combater o aquecimento global. Para Lula, não é possível que esses países imponham altas taxas de importação aos biocombustíveis se estão comprometidos com o meio ambiente.
Os mesmos governos que reiteram seus compromissos com o desenvolvimento sustentável e com a redução do efeito estufa não podem criar empecilhos para que os biocombustíveis se transformem em commodities (mercadorias negociadas em bolsas de mercadorias) internacionais. Não podem gravar suas importações com pesadas alíquotas, que não aplicam ao petróleo e ao gás”, afirmou Lula.
Segundo o presidente brasileiro, a solução está em incentivar o estabelecimento de um mercado internacional para o etanol e o biodiesel. Para tanto, é indispensável que os governos indiquem claramente ao setor privado sua decisão de fazer dos biocombustíveis um dos eixos prioritários de sua agenda energética e ambiental. “Não podemos emitir sinais contraditórios”, completou.
Fonte: Agência Brasil
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