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Notícias
06
jul
2007
(GERAL)
Investimentos estrangeiros são 66,79% maiores
Os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) no Brasil devem ultrapassar a meta estabelecida pelo governo para este ano, de US$ 25 bilhões. De acordo com os dados sobre contas externas divulgados pelo Banco Central, nos 12 meses entre junho e maio, o volume já chega a US$ 23 bilhões.
No acumulado do ano, até o fim de maio, os investimentos estrangeiros somam US$ 10,550 bilhões. No mesmo período de 2006, eles foram de US$ 6,325 bilhões, o que indica um crescimento de 66,79% este ano. Os Investimentos Estrangeiros Diretos são a soma do que é trazido para o país do exterior com o objetivo de criar empresas, expandi-las, ou estabelecer participação acionária nas já existentes.
Pelos cálculos do chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, os números consolidados de junho, cujo relatório só sairá no final deste mês, mostrarão um acumulado em 12 meses de US$ 28,5 bilhões. "Este resultado te dá, de uma forma bastante clara, a tendência de crescimento do investimento estrangeiro no país, o que sem dúvida nenhuma reflete as melhores condições macroeconômicas do Brasil", comentou Maciel.
Ele não quis, no entanto, antecipar se a meta será mudada ou não. "As nossas projeções são sempre conservadoras. A gente sempre espera ter um maior número de informações possíveis para fazer essas alterações na ocasião em que elas são elaboradas."
Somente em junho, até o dia 22, entraram no país R$ 3 bilhões em investimento. Maciel afirmou que os dados preliminares mostram, na última semana, "entradas substanciais" de investimentos, elevando o total de Investimentos Estrangeiros Diretos do mês para R$ 6,5 bilhões. "É o melhor resultado da série histórica", comentou.
Ainda não é possível, segundo o chefe adjunto, saber exatamente de onde vieram esses recursos, já que as análises do BC ainda estão sendo destrinchadas. "A tendência para o segundo semestre é que o volume será ainda melhor."
Maciel também destacou que o IED nos últimos 12 meses está bastante disseminado, o que sinaliza o bom andamento de diversos setores da economia. "Isso reflete a variedade e a diversificação de oportunidades que o país apresenta."
A categoria de Investimento Estrangeiro Direto é importante para as contas do país porque sinaliza que os investidores estrangeiros estão confiantes na economia brasileira e dispostos a tirar dinheiro do bolso para aplicar em projetos de longo prazo, como fábricas, agricultura e pecuária, turismo.
Esse dado revela a tendência de consolidação do crescimento econômico de um país, porque atrai a confiança do investidor, o que acaba ajudando, internamente, o desenvolvimento da indústria e a geração de emprego e renda. "A economia do país apresenta indicadores bastante robustos em todos os aspectos, e isso tem favorecido a vinda de capitais para o Brasil", avaliou Maciel.
No acumulado do ano, até o fim de maio, os investimentos estrangeiros somam US$ 10,550 bilhões. No mesmo período de 2006, eles foram de US$ 6,325 bilhões, o que indica um crescimento de 66,79% este ano. Os Investimentos Estrangeiros Diretos são a soma do que é trazido para o país do exterior com o objetivo de criar empresas, expandi-las, ou estabelecer participação acionária nas já existentes.
Pelos cálculos do chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, os números consolidados de junho, cujo relatório só sairá no final deste mês, mostrarão um acumulado em 12 meses de US$ 28,5 bilhões. "Este resultado te dá, de uma forma bastante clara, a tendência de crescimento do investimento estrangeiro no país, o que sem dúvida nenhuma reflete as melhores condições macroeconômicas do Brasil", comentou Maciel.
Ele não quis, no entanto, antecipar se a meta será mudada ou não. "As nossas projeções são sempre conservadoras. A gente sempre espera ter um maior número de informações possíveis para fazer essas alterações na ocasião em que elas são elaboradas."
Somente em junho, até o dia 22, entraram no país R$ 3 bilhões em investimento. Maciel afirmou que os dados preliminares mostram, na última semana, "entradas substanciais" de investimentos, elevando o total de Investimentos Estrangeiros Diretos do mês para R$ 6,5 bilhões. "É o melhor resultado da série histórica", comentou.
Ainda não é possível, segundo o chefe adjunto, saber exatamente de onde vieram esses recursos, já que as análises do BC ainda estão sendo destrinchadas. "A tendência para o segundo semestre é que o volume será ainda melhor."
Maciel também destacou que o IED nos últimos 12 meses está bastante disseminado, o que sinaliza o bom andamento de diversos setores da economia. "Isso reflete a variedade e a diversificação de oportunidades que o país apresenta."
A categoria de Investimento Estrangeiro Direto é importante para as contas do país porque sinaliza que os investidores estrangeiros estão confiantes na economia brasileira e dispostos a tirar dinheiro do bolso para aplicar em projetos de longo prazo, como fábricas, agricultura e pecuária, turismo.
Esse dado revela a tendência de consolidação do crescimento econômico de um país, porque atrai a confiança do investidor, o que acaba ajudando, internamente, o desenvolvimento da indústria e a geração de emprego e renda. "A economia do país apresenta indicadores bastante robustos em todos os aspectos, e isso tem favorecido a vinda de capitais para o Brasil", avaliou Maciel.
Fonte: com Agência Brasil
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