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Notícias
05
jul
2007
(MATO GROSSO)
Mato Grosso desmonta esquema de fraude de madeireiras
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu na terça-feira 32 mandados de prisão contra integrantes de uma suposta quadrilha que explorava e vendia madeira ilegalmente no Estado.
Ao menos 101 madeireiras foram fechadas na ação, batizada Operação Guilhotina. Ao todo, 75 mandados de prisão temporária foram expedidos. Três servidores da Sema - Secretaria Estadual de Meio Ambiente estão entre os suspeitos de envolvimento no esquema.
A fraude resultou na retirada ilegal de 81 mil metros cúbicos de madeira e rendeu aos fraudadores lucro de cerca de R$ 58,5 milhões, de acordo com o Ministério Público Estadual.
Seis grupos são acusados de conseguir aprovar na Sema, em 2006, planos de manejo florestal (para corte seletivo) e projetos de exploração florestal (para desmatamento) fictícios.
Créditos florestais eram gerados por meio desses falsos documentos ou eram destinados a áreas que jamais foram exploradas. Lançados no sistema de Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais, da Sema, os créditos eram vendidos para madeireiras que já possuíam ou pretendiam adquirir madeira ilegal.
"O esquema era uma forma de os madeireiros "esquentarem" o produto", disse o promotor de Justiça Domingos Sávio Arruda, um dos coordenadores das investigações.
Ao menos 101 madeireiras foram fechadas na ação, batizada Operação Guilhotina. Ao todo, 75 mandados de prisão temporária foram expedidos. Três servidores da Sema - Secretaria Estadual de Meio Ambiente estão entre os suspeitos de envolvimento no esquema.
A fraude resultou na retirada ilegal de 81 mil metros cúbicos de madeira e rendeu aos fraudadores lucro de cerca de R$ 58,5 milhões, de acordo com o Ministério Público Estadual.
Seis grupos são acusados de conseguir aprovar na Sema, em 2006, planos de manejo florestal (para corte seletivo) e projetos de exploração florestal (para desmatamento) fictícios.
Créditos florestais eram gerados por meio desses falsos documentos ou eram destinados a áreas que jamais foram exploradas. Lançados no sistema de Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais, da Sema, os créditos eram vendidos para madeireiras que já possuíam ou pretendiam adquirir madeira ilegal.
"O esquema era uma forma de os madeireiros "esquentarem" o produto", disse o promotor de Justiça Domingos Sávio Arruda, um dos coordenadores das investigações.
Fonte: Folha Online
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