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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Necessidade de importação causa polêmica.
O desempenho da balança comercial nos próximos anos é motivo de divergência entre o secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Mario Mugnaini Júnior, e o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan. Em declarações recentes, Mugnaini disse que balança comercial brasileira deve chegar a 2007 com um saldo de US$ 10 bilhões, resultado de US$ 100 bilhões em exportações e US$ 90 bilhões em importações.
Dias depois, Furlan confirmou a projeção de saldos comerciais menores para 2007, mas com números um pouco diferentes: corrente de comércio de US$ 210 bilhões e superávit de US$ 15 bilhões.
A declaração de Mugnaini, feita durante evento em São Paulo, na semana passada, gerou polêmica entre os presentes. O presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), Boris Tabacof, disse ser de fundamental importância que o Brasil obtenha crescentes superávits. "A gente não ignora que o crescimento econômico precisa da importação. O que pretendemos é que os países emergentes tenham como fundamento a geração de grandes superávits, inclusive para eliminar a maldição da vulnerabilidade externa."
Para o secretário da Camex, se o Brasil quiser dar um salto qualitativo vai ter que importar máquinas e equipamentos para a reatualização da indústria nacional. "Em segundo lugar, há previsões de crescimento num patamar de 4% ao ano, o que implica em importar mais insumos químicos, fertilizantes. Acho bom entender que importar produtivamente põe a economia em movimento e isso é importante."
Já o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Benedicto Fonseca Moreira, observou que para o governo montar uma estratégia de diminuição da vulnerabilidade externa - sem contar com a geração de grandes superávits comerciais - precisará atacar o déficit da conta de Serviços no balanço de pagamentos.
Eva Rodrigues
Fonte: Gazeta
28/out/03
Dias depois, Furlan confirmou a projeção de saldos comerciais menores para 2007, mas com números um pouco diferentes: corrente de comércio de US$ 210 bilhões e superávit de US$ 15 bilhões.
A declaração de Mugnaini, feita durante evento em São Paulo, na semana passada, gerou polêmica entre os presentes. O presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), Boris Tabacof, disse ser de fundamental importância que o Brasil obtenha crescentes superávits. "A gente não ignora que o crescimento econômico precisa da importação. O que pretendemos é que os países emergentes tenham como fundamento a geração de grandes superávits, inclusive para eliminar a maldição da vulnerabilidade externa."
Para o secretário da Camex, se o Brasil quiser dar um salto qualitativo vai ter que importar máquinas e equipamentos para a reatualização da indústria nacional. "Em segundo lugar, há previsões de crescimento num patamar de 4% ao ano, o que implica em importar mais insumos químicos, fertilizantes. Acho bom entender que importar produtivamente põe a economia em movimento e isso é importante."
Já o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Benedicto Fonseca Moreira, observou que para o governo montar uma estratégia de diminuição da vulnerabilidade externa - sem contar com a geração de grandes superávits comerciais - precisará atacar o déficit da conta de Serviços no balanço de pagamentos.
Eva Rodrigues
Fonte: Gazeta
28/out/03
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