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Notícias
03
jul
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Apex apoio a pequenas e médias empresas
A Agência de Promoção de Exportações e Investimento (Apex) vai redefinir sua política de atuação no comércio exterior e incluir ações de apoio a exportadores de médio porte com atuação já consolidada no mercado externo.
- Vamos continuar trabalhando com novos exportadores, mas a idéia é dar apoio a quem quer expandir para novos mercados - disse o novo presidente da agência que assumiu o cargo na semana passada, Alexandre Teixeira. Ele terá a missão de aumentar o número de exportadores pequenos e médios, que mais perderam mercado com a valorização do real.
A primeira medida de Teixeira será fortalecer o Departamento de Inteligência Comercial, reforçando a equipe de três consultores para dez especialistas, para buscar informações e definir estratégias específicas a cada setor.
Além disso, a Apex pretende aproveitar melhor a estrutura do Itamaraty e utilizar as embaixadas brasileiras que têm adidos comerciais como pontos de apoio aos exportadores.
Há ainda a meta de utilizar o serviço de inteligência comercial para ganhar diretamente mercados onde produtos basileiros chegam por outros países. O Diretor da Apex, Maurício Borges, citou o caso das exportações de tubos para sistemas de refrigeração de automóveis. As empresas brasileiras vendem o produto para o mercado americano, mas a mercadoria chega na África do Sul pelas mãos dos negociadores dos Estados Unidos.
- Podemos identificar esses potenciais compradores e exportar diretamente, ampliando nossos mercados consumidores - ressalta.
Para as pequenas empresas, a Apex pretende continuar atuando com apoio em feiras, elaboração de catálogos, design e prospecção de mercados. Os planos para os médios empresários são utilizar o serviço de inteligência comercial para traçar estratégias e eliminar intermediários no comércio, além de dar apoio na distribuição dos produtos. Segundo a Apex, empresas com exportações consolidadas são aquelas que já atuam no mercado externo há mais de cinco anos.
Nos próximos anos, a agência também vai identificar países para abrir novos centros de distribuição. A Apex conta com cinco centros: Miami, Lisboa, Frankfurt, Varsóvia e Dubai. O único ativo, porém, é o de Miami, utilizado por cerca de 70 exportadores. O de Dubai serve apenas a um exportador e os demais estão vazios.
- Hoje as empresas podem usufruir dos centros por 18 meses - informa Teixeira. - É muito pouco para se consolidar. Esse prazo não vai existir mais - promete.
- Vamos continuar trabalhando com novos exportadores, mas a idéia é dar apoio a quem quer expandir para novos mercados - disse o novo presidente da agência que assumiu o cargo na semana passada, Alexandre Teixeira. Ele terá a missão de aumentar o número de exportadores pequenos e médios, que mais perderam mercado com a valorização do real.
A primeira medida de Teixeira será fortalecer o Departamento de Inteligência Comercial, reforçando a equipe de três consultores para dez especialistas, para buscar informações e definir estratégias específicas a cada setor.
Além disso, a Apex pretende aproveitar melhor a estrutura do Itamaraty e utilizar as embaixadas brasileiras que têm adidos comerciais como pontos de apoio aos exportadores.
Há ainda a meta de utilizar o serviço de inteligência comercial para ganhar diretamente mercados onde produtos basileiros chegam por outros países. O Diretor da Apex, Maurício Borges, citou o caso das exportações de tubos para sistemas de refrigeração de automóveis. As empresas brasileiras vendem o produto para o mercado americano, mas a mercadoria chega na África do Sul pelas mãos dos negociadores dos Estados Unidos.
- Podemos identificar esses potenciais compradores e exportar diretamente, ampliando nossos mercados consumidores - ressalta.
Para as pequenas empresas, a Apex pretende continuar atuando com apoio em feiras, elaboração de catálogos, design e prospecção de mercados. Os planos para os médios empresários são utilizar o serviço de inteligência comercial para traçar estratégias e eliminar intermediários no comércio, além de dar apoio na distribuição dos produtos. Segundo a Apex, empresas com exportações consolidadas são aquelas que já atuam no mercado externo há mais de cinco anos.
Nos próximos anos, a agência também vai identificar países para abrir novos centros de distribuição. A Apex conta com cinco centros: Miami, Lisboa, Frankfurt, Varsóvia e Dubai. O único ativo, porém, é o de Miami, utilizado por cerca de 70 exportadores. O de Dubai serve apenas a um exportador e os demais estão vazios.
- Hoje as empresas podem usufruir dos centros por 18 meses - informa Teixeira. - É muito pouco para se consolidar. Esse prazo não vai existir mais - promete.
Fonte: Por Jornal do Brasil
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